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Entre as novas frentes de especialização do jornalismo, destaca-se a que se aproxima do setor de Ciência & Tecnologia. É o chamado Jornalismo Científico, cujo objetivo principal é:
criar assessorias de imprensa para universidades e centros de pesquisa.
realizar estudos sobre o jornalismo a partir de critérios científicos.
treinar cientistas e acadêmicos para a produção de textos jornalísticos.
traduzir, para o leitor/espectador/ouvinte leigo, as descobertas científicas.
produzir novas tecnologias de mídia para as empresas de Comunicação.
O setor de Ciência e Tecnologia (C&T) tem gerado crescente interesse por parte da mídia. Por isso, algumas abordagens dos campos científico e tecnológico têm se destacado na cobertura jornalística, como as que dão conta da evolução da Informática. Indique, entre as alternativas abaixo, dois outros campos da C&T que têm sido priorizados pela mídia nos últimos anos.
A avalanche de informações, alimentada pelas sucessivas inovações tecnológicas, estará obrigando, ainda neste início de século, os psicólogos a abrirem clínicas para o desbloquear e esvaziar mentes humanas. Na ansiedade, o jornalista não foge também dessa avalanche, como se a sua profissão o obrigasse a saber de tudo, tomando conhecimento de milhares de informações que a cada minuto entram na WEB. Entre as alternativas abaixo, qual a que enquadra o jornalista nesta nova realidade:
A especialidade em áreas de conhecimento já caracteriza a segmentação da profissão do jornalista. Contudo, isto não isenta o profissional da obrigação de estar sempre comprometido com a leitura e buscar novos conhecimentos, de forma a compreender as interfaces da área onde desenvolve suas reportagens e seus textos.
O jornalista deve conhecer o tema da reportagem mais que a fonte de informações.
Se o jornalista é especializado em futebol de campo, por exemplo, deve se limitar a conhecer as leis do futebol, as regras do jogo e seus respectivos clubes, atletas e diretoria.
O jornalista é obrigado a ter noções de tudo, para estar sempre pronto a produzir um texto sem precisar recorrer à pesquisa.
Historicamente, a mídia tem procurado meios para persuadir grupos sociais. No entanto, como afirma Philip Meyer, "o mundo tornou-se tão complicado, tão intenso o incremento da informação disponível, que o jornalista tem de ser alguém que cria, e não só transmite, um organizador, e não só um intérprete, alguém que junte os fatos e os torne acessíveis". Com essa afirmação, Meyer pretende definir o jornalismo:
No jornalismo impresso, geralmente as fotografias servem como ilustrações dos textos de notícias e reportagens. Em algumas ocasiões, no entanto, a fotografia ganha importância e autonomia, a ponto de ser publicada acompanhada apenas de um pequeno texto explicativo. Esse formato é chamado de:
Ainda existem grandes entraves na veiculação de informações científicas pela mídia. Pesquisadores em Comunicação apontam várias tensões entre o campo científico e o campo jornalístico. Entre elas, os pesquisadores destacam, sobretudo, a oposição entre:
criatividade da pesquisa científica e banalidade da produção jornalística.
interesses comerciais da ciência e interesses públicos do jornalismo.
abrangência do público científico e segmentação do leitor de jornal.
formação do cientista e formação do jornalista.
precisão do texto científico e simplificação do texto jornalístico.
Há várias características diferentes no texto jornalístico do jornalismo impresso, do rádio, da televisão e da Internet. No caso da Internet, por exemplo, muitas vezes o texto jornalístico tem tentado ser cada vez mais específico, personalizado e dirigido ao indivíduo. Esse novo enfoque tem sido chamado de:
O jornalismo científico depende estritamente de alguns parâmetros que tipificam o jornalismo, como a periodicidade, a atualidade, a criatividade e a difusão coletiva, pois as informações científicas não passam de soft news que precisam ser reforçadas por declarações das fontes.
Certo
Errado
Na imprensa, o campo especializado que se dedica à decodificação da ciência e da tecnologia, tornando-as acessíveis ao público em geral, é o jornalismo denominado:
político
cultural
científico
acadêmico
No livro A prática da reportagem, Ricardo Kotscho faz algumas considerações sobre a especialização dos jornalistas dentro das redações. Assinale, entre as alternativas abaixo, a que NÃO corresponde às colocações do autor.
As nove áreas clássicas de especialização da reportagem são: Cidade, Polícia, Política, Economia, Educação e Saúde, Ciência e Tecnologia, Esportes, Artes e Espetáculos.
O repórter de "geral" atua quando há um caso não previsto no organograma ou quando os repórteres especializados estão todos ocupados.
A reportagem social, no Brasil, equivale à apuração para as colunas sociais, que investigam a vida da alta sociedade.
É na editoria de Polícia que o leitor encontra o Brasil real, o reverso do Brasil oficial dos gabinetes, decretos e discussões teóricas.