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Na era digital, as fronteiras se diluem e a comunicação assume um papel central nas sociedades. Agências governamentais e empresas do setor privado contam com sistemas de interação cada vez mais aperfeiçoados e com tendência à transparência. Por isso, o aparecimento, cada vez mais freqüente, de conflitos de interesses. Usando as novas tecnologias, qual(ais) a(s) estratégia(s) de comunicação que melhor responde(m) a uma situação de conflito entre empresas privadas e setor público?
Unificação dos discursos, seguindo, rigorosamente, as orientações oficiais da hierarquia institucional.
Respostas imediatas, através de portais institucionais e blogs de formadores de opinião.
Pesquisa cautelosa e apuração rigorosa dos elementos em jogo para posterior prestação de contas.
Controle das informações internas e discurso da transparência para a opinião pública.
Comunicados oficiais, dando uma versão própria para os fatos em questão, pela internet.
O plano de comunicação é elaborado todos os anos pela SECOM e estabelece políticas e diretrizes, consolidando a agenda das ações prioritárias para levar informação à sociedade.
Todos os editais de licitação para contratação de agências de propaganda de cada órgão ou entidade do Poder Executivo Federal devem ser submetidos à aprovação da Secretaria de Comunicação de Governo.
A comunicação dirigida tem a finalidade de transmitir, conduzir e, algumas vezes, recuperar informações para estabelecer comunicação limitada, orientada e freqüente com selecionado número de pessoas homogêneas e conhecidas.
No âmago da segmentação do mercado está o conceito de que os telespectadores/consumidores são, ao mesmo tempo, complexos e diferenciados demais para serem tratados como massa única, mas homogêneos o suficiente para serem classificados em pequenos grupos.
As críticas à imprensa por parte do público têm sido freqüentes, pois este exige um tratamento mais criterioso da informação. Quando isso ocorre, a imprensa é acusada de ser:
Na atual configuração social, a possibilidade de os indivíduos moverem-se com rapidez pelo mundo é pouco valorizada.
No Brasil, todas as agências de notícia são públicas e limitam-se a divulgar notas e comunicados oficiais, como é o caso da Agência Brasil, da Agência Senado e da Agência Câmara.
Segundo I. Epstein, "informação é conhecimento que adquire significado apenas em um dado contexto". Portanto, não se trata de um conhecimento qualquer.
Sabendo que, na física quântica, o princípio da incerteza de Heinsenberg estabelece que não se pode medir a velocidade e a posição das partículas subatômicas, simultaneamente, com exata precisão, então pode-se concluir que as observações quânticas não geram informação.
A informação sempre é gerada quando há transmissão de sinais.
A informação gera conhecimento novo. Portanto toda ela, resulta de atividades de pesquisa, cujo papel é o de reduzir incertezas sobre o objeto sob investigação, a partir de dados novos.
Segundo F. Capra, "Informação é a diferença que faz diferença". Isso significa que a informação depende de um agente receptor específico e supõe a comunicação ou revelação de dados que a ele interessem.