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Para normas relativas à Avaliação da Conformidade, os requisitos quanto à seleção de amostras
não precisam estar descritos.
devem responsabilizar o fabricante quanto à seleção.
não podem ser informativos.
não podem conter uma amostragem especificada.
devem ser apresentados em um anexo ou em documento separado.
A atividade que compreende um processo sistemático, independente e documentado, para obter registros, afirmações de fatos ou outras informações pertinentes e avaliá-los de maneira objetiva para determinar a extensão na qual os requisitos especificados são atendidos é definida como
certificação.
inspeção.
auditoria.
ensaio.
atestação.
O conjunto completo das unidades SI também compreende os múltiplos e submúltiplos dessas unidades, desta maneira, é possível afirmar que, dentro das unidades do SI
o miliminuto é um submúltiplo do minuto.
o quilograma é múltiplo da unidade grama.
o mililitro é um submúltiplo do litro.
o grama é submúltiplo da unidade quilograma.
o microlitro é submúltiplo do grama.
As referências normativas dos Documentos Técnicos da ABNT são um elemento opcional, que contém uma lista completa de todos os Documentos Técnicos citados indispensáveis para a aplicação do Documento. Estas referências
obrigatoriamente devem ser datadas.
quando datadas, aplicam-se somente às edições citadas.
devem conter apenas normas brasileiras.
podem conter documentos aos quais é feita apenas referência informativa.
podem conter normas brasileiras, leis, decretos, portarias e regulamentos.
No Brasil, o processo de elaboração de uma norma inicia-se com uma demanda da sociedade. A pertinência do pedido de elaboração da norma e da demanda é analisada, inicialmente, pelo(a)
INMETRO.
ABNT.
CONMETRO.
Comitê Técnico do Setor.
SINMETRO.
Em meados de 1600, dentre os exemplos históricos documentados, referentes à aplicação de procedimentos necessários para garantir a qualidade dos produtos na França, que impulsionou o desenvolvimento de normas técnicas, destaca- se a aplicação de procedimentos para
fabricação de tecidos.
produção de alimentos com qualidade e quantidade adequada.
fundição dos canhões e das matérias-primas empregadas.
fabricação de rodas de carroça.
tratamento de água.
O órgão responsável pela normalização técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro, reconhecido como único foro nacional de normalização, é chamado de
Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO).
Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.
Instituto Nacional de Pesos e Medidas.
Atividade que estabelece, em relação a problemas existentes ou potenciais, prescrições destinadas à utilização comum e repetitiva com vistas à obtenção do grau ótimo de ordem, em um dado contexto, é chamada de
avaliação.
auditoria.
normalização.
certificação.
fiscalização.
Entre os princípios da normalização, destacam-se:
Voluntariedade, Confidencialidade, Atualização, Sigilo.
Voluntariedade, Paridade, Atualização, Consenso.
Paridade, Sigilo, Atualização, Consenso.
Confidencialidade, Paridade, Atualização, Complexidade.
Obrigatoriedade, Sigilo, Atualização, Consenso.
A primeira experiência de normalização internacional foi obtida com a criação do IEC; no entanto, logo após a segunda guerra, em 1947, foi criada a entidade que seria a maior entidade de normalização mundial, chamada de
International Organization for Standardization.
International Standardization for Organization.
Comitê das Nações Unidas para a Coordenação de Normas.
American National Standards Institute.
British Standards Institution.
O termo Tecnologia Industrial Básica (TIB) foi concebido pela extinta Secretaria de Tecnologia Industrial (STI), do antigo Ministério da Indústria e do Comércio (MIC), no entanto, o processo de capacitação institucional nas áreas relativas à Tecnologia Industrial Básica (TIB) ocorreu devido a um
subprograma de Tecnologia Industrial Básica dentro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PADCT).
subprograma de Tecnologia Industrial Básica dentro do Sistema Nacional de Pesquisa.
programa de Tecnologia Industrial Básica fomentado pelo SINMETRO.
subprograma de Tecnologia Industrial Básica dentro do Programa de Apoio às Instituições de Pesquisa (AIP).
programa de Tecnologia Industrial Básica do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.
Algumas unidades do SI compreendem uma combinação particular de unidades de base, como por exemplo: m2 kg s–2 para energia recebeu o nome especial joule, símbolo J. Por definição J = m2 kg s–2. Nesse caso, essa unidade é chamada de
ajustada.
adequada competente.
derivada coerente.
verificada avaliada.
assistida.
As unidades de base correspondentes do SI, escolhidas pela CGPM, são:
metro, mol, minuto, ampere, kelvin, quilograma e litro.
metro, quilograma, segundo, ampere, kelvin, mol e candela.
metro, minuto, litro, grama, kelvin, mol e luminância.
metro, quilograma, segundo, ampere, graus Celsius, litro e candela.
metro, grama, minuto, ampere, kelvin, mol e luminância.
Os organismos nacionais de normalização demonstram o envolvimento de entidades de diferentes países com a normalização, podendo-se destacar:
ANSI, IAEA, CFI.
FAO, ANSI, ECE.
DIN, BSI, FAO.
DIN, ANSI, BSI.
FAO, AFNOR, IAEA.
Acompanhar no mercado os produtos e serviços regulamentados, com conformidade avaliada compulsoriamente, com o objetivo de avaliar se eles preservam as características nas quais tiveram sua conformidade avaliada, é finalidade
das Indústrias.
do Sistema Brasileiro de Certificação (SBC).
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
das Redes Metrológicas Estaduais.
Quanto às regras referentes ao conteúdo dos Documentos Técnicos da ABNT, é correto afirmar que
sempre devem ser apresentadas outras referências normativas.
nunca se devem apresentar anexos que sejam normativos.
nunca devem ser utilizadas figuras ou tabelas na introdução.
sempre deve ser considerada a regra de obrigatoriamente incluir anexos informativos.
o prefácio, obrigatoriamente, deve constar em todos os Documentos Técnicos da ABNT.
Apesar das raízes comuns, as atividades relativas à metrologia e à normalização foram reunidas pela qualidade, com a criação do SINMETRO pela Lei n.º
5.966 de 1973.
1.157 de 1862.
6.015 de 1975.
7.102 de 1983.
8.080 de 1990.
Destaca-se que o início da história da normalização brasileira começaria, contudo, a ser contada quando, nas primeiras décadas do século XX, os interesses das elites brasileiras se voltaram para
o automóvel e a civilização urbana criada pela estrada de rodagem.
a indústria de eletroeletrônicos, principalmente aquela relacionada à produção de rádios.
o agronegócio com a crescente demanda para exportação de alimentos.
o açúcar e a padronização de moendas, das rodas de água e dos tachos.
a produção de café.
A normalização, notoriamente, é uma atividade de grande importância. Para padronização da atividade de normalização, necessita-se de uma série de outras normas, dentre elas a Diretiva ABNT Parte 2: 2011, que trata, principalmente, de
normalização e atividades relacionadas – Vocabulário geral.
regras para estrutura e redação de Documentos Técnicos da ABNT.
código de boas práticas para normalização.
Classificação Internacional de Normas (CIN).
guia para consideração de questões ambientais em normas de produtos.
Anterior às atividades de normalização, no Brasil, uma primeira área de interesse para a padronização de técnicas e procedimentos estava relacionada a
atividades agrícolas na produção de alimentos prioritários para economia.
arquitetura, construção e adaptação de materiais obtidos localmente.
padronização das atividades dos artesãos que impulsionaram a decoração das igrejas.
fundição de canhões e materiais bélicos.
padronização da indústria naval e matérias-primas empregadas.