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1, 2, 3 e 4.
1, 3, 4 e 2.
2, 1, 4 e 3.
2, 4, 3 e 1.
2, 3, 4 e 1.
O amerício-241, um elemento radioativo bem conhecido por seu uso em detectores de fumaça, é um bom exemplo de um elemento que sofre decaimento _______________ . O átomo de amerício-241 emitirá espontaneamente uma partícula. A partícula é formada por 2 prótons e 2 nêutrons ligados, o que é equivalente ao núcleo de _______________ . No processo de emissão dessa partícula, o átomo do amerício-241 se transforma em um átomo de netúnio-237. A partícula _______________ sai de cena a uma velocidade alta, talvez 16 mil km/s.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.alfa … hidrogênio … alfa
alfa … hélio … beta
beta … hélio … beta
alfa … hélio … alfa
beta … hidrogênio … beta
Considere um metal pertencente à família IIA da tabela periódica, ao se desintegrar radioativamente emitindo uma partícula alfa. Após algumas desintegrações, esse elemento permanece com
o mesmo número de prótons.
o mesmo número de elétrons.
o mesmo número de nêutrons.
com menor número de prótons.
com menor número de elétrons.






O dosímetro serve para medir a dose de radiação recebida pelo trabalhador durante todo o tempo de exposição ocupacional. No Brasil, por lei, o dosímetro deve ser trocado
anualmente.
diariamente.
semestralmente.
mensalmente.
trimestralmente.
É correto afirmar que
a eficiência de um detector está associada normalmente somente ao tipo da radiação e é, basicamente, a capacidade do detector de registrá-la.
a eficiência de um detector pode ser definida de duas formas: eficiência intrínseca e eficiência absoluta.
o tipo e a energia de radiação, normalmente, são fatores ligados às características intrínsecas do detector. A eficiência intrínseca pode ser obtida pela razão entre o número de sinais registrados e o número de radiações emitidas pela fonte.
a eficiência absoluta está relacionada não só com as suas características de construção, mas também com a fonte de radiação que está sendo medida, com o meio e com a geometria de medição. Ela pode ser determinada pela razão do número de sinais registrados e o número de radiações incidentes no detector.
a eficiência de um detector está associada normalmente somente à energia da radiação e é basicamente a capacidade do detector de registrá-la.
Na radioproteção, a atividade atualmente é medida em becquerel (Bq); antigamente, a mesma atividade era mediada em Curie (Ci). Sabe-se que um curie vale 3,7 x 1010 dps (desintegração por seg) e que um becquerel vale um dps. Portanto,
um curie vale 2,7 x 10– 11 becquerel.
um becquerel vale 3,7 x 10– 10 curie.
um becquerel vale 2,7 x 10– 11 curie.
um becquerel vale um curie.
um curie vale 2,2 x 10– 11 becquerel.
Alguns materiais cerâmicos, quando aquecidos, após serem expostos à radiação ionizante, apresentam a propriedade de emitir luz. Este fenômeno é conhecido como radio termoluminescência, ou, simplesmente, termoluminescência, e o material que apresenta esta característica é denominado material termoluminescente (TL). Muitos compostos cerâmicos possuem propriedades termoluminescentes. Entretanto, um material termoluminescente só pode ser utilizado como dosímentro se combinar algumas características específicas. Essa exigência limita bastante o número dos materiais TL passíveis de emprego na dosimetria das radiações. Como característica específica que um dosímetro termoluminescente deve apresentar, pode ser citada, corretamente, a seguinte:
um espectro de emissão TL dentro da sensibilidade da fotomultiplicadora para evitar interferência da emissão incandescente, infravermelha, do próprio equipamento de medida. O recomendado é um espectro com comprimentos de onda entre 300 e 500 nm.
baixa concentração de elétrons ou buracos e alta eficiência de emissão de luz associadas com o processo de recombinação.
temperatura do pico principal entre 50 e 150 ºC.
uma resposta que varie exponencialmente para um amplo intervalo de dose absorvida.
uma curva de absorção simples, de preferência com um único pico, para maior facilidade de operação e interpretação da leitura.
A vida-média é:
25 dias.
14,5 dias.
70 dias.
35 dias.
50,5 dias.

Branca – I é usada em embalados com uma taxa de dose máxima de 2 mSv/h (200 mrem/h) sobre qualquer ponto encostado à superfície externa do embalado.
Amarela – II é usada em embalados que apresentam uma taxa de dose máxima de 2 mSv/h (200 mrem/h) sobre qualquer ponto encostado à superfície externa do embalado.
Amarela – III é usada em embalados com uma taxa de dose máxima de 0,005 mSv/h (0,5 mrem/h) sobre qualquer ponto encostado à superfície externa do embalado.
Amarela – III é usada em embalados com uma taxa de dose máxima de 2 mSv/h (200 mrem/h) sobre qualquer ponto encostado à superfície externa do embalado.
Branca – I é usada em embalados que apresentam uma taxa de dose máxima de 0,5 mSv/h (50 mrem/h) sobre qualquer ponto encostado à superfície externa do embalado.
O tempo necessário para que 3/4 dos átomos inicialmente presentes se desintegrem é:
14,5 dias.
70 dias.
50,5 dias.
35 dias.
60 dias.
A exposição interna devido à inalação ou ingestão de material radioativo pode causar danos ao organismo, danos estes cuja gravidade varia em função do tipo de emissor (α ou β) e da associada Transferência Linear de Energia (TLE), da taxa de absorção de materiais radioativos pelos órgãos, da solubilidade dos radionuclídeos e de sua taxa de transferência para os fluidos do corpo, bem como da meia-vida biológica. A meia-vida biológica pode ser definida como sendo:
o tempo necessário para que a quantidade de material radioativo presente no organismo seja fisiologicamente reduzida.
a quantidade de material radioativo reduzida no organismo.
a velocidade com que ocorre o decaimento radioativo.
o tempo necessário para que a quantidade de material radioativo presente no organismo seja fisiologicamente reduzida à metade.
o tempo necessário para que o material radioativo seja totalmente eliminado do organismo.
São exemplos de radiação ionizante e não ionizante, correta e respectivamente,
raios cósmicos e raios X.
ondas de rádio e radiações provenientes de material radioativo.
raios cósmicos e luz ultravioleta.
ondas de rádio e luz ultravioleta.
micro-ondas e raios X.
É correto afirmar que
a captura eletrônica é a captura de um elétron pelo núcleo, e este se combina com um próton para formar um nêutron, de modo que o número atômico diminua em uma unidade e o número de massa se mantenha igual.
a emissão de uma partícula beta conduz a uma diminuição do número de prótons no núcleo e a uma diminuição simultânea do número de nêutrons.
a emissão de uma partícula beta conduz a um aumento do número de prótons no núcleo e a um aumento simultâneo do número de nêutrons.
a captura eletrônica é a captura de um elétron pelo núcleo, e este se combina com um nêutron para formar um próton, de modo que o número atômico aumente em uma unidade e o número de massa se mantenha igual.
a captura eletrônica é a captura de um elétron pelo núcleo, e este se combina com um próton para formar um nêutron, de modo que o número atômico aumente em uma unidade e o número de massa se mantenha igual.
A constante de decaimento radioativo ë vale:
3,33 · 10– 1 s– 1
5,5 . 10– 3 s– 1
87,32 s– 1
1,45 s– 1
5,5 · 10– 2 s– 1
A eficiência intrínseca de um detector (Ei) é a medida de sua capacidade em detectar radiação e é, geralmente, definida como a razão entre o número de fótons, ou partículas, de um dado tipo de radiação detectada e o número de fótons, ou partículas, que incidem sobre o volume sensível do detector. O valor de Ei é dado pela relação entre o número de partículas detectadas pelo detector e o número de partículas que incidem sobre o volume do detector. O valor de 0,5 (50%) de eficiência intrínseca significa que somente a metade da radiação incidente sobre o volume sensível do detector foi detectada e que a outra metade simplesmente não interagiu com o volume sensível do detector. Baseado nisso, é correto concluir que
quanto mais alta a eficiência intrínseca do detector utilizado, maior será a exatidão da medida.
quanto mais baixa a eficiência intrínseca do detector utilizado, maior será a exatidão da medida.
quanto mais alta a eficiência intrínseca do detector utilizado, menor será a exatidão da medida.
uma eficiência intrínseca de 30% significa que um terço da radiação incidente sobre o volume sensível do detector não foi detectada.
a eficiência intrínseca de um detector depende unicamente da quantidade de partículas incidentes.
Assinale a alternativa correta.
Câmara de ionização free air: consiste de uma estrutura convenientemente montada e aberta de forma que a interação com radiação é medida diretamente no ar, ou seja, o volume sensível do detector é menor que o do recipiente em que está contido. A camada de ar entre o volume sensível e as paredes da câmara faz com que o volume sensível sofra influência da interação da radiação com as paredes.
Caneta dosimétrica: muito utilizada em monitoração pessoal, consiste em uma câmara de gás onde um fio de quartzo serve como cursor para indicar a exposição (ou dose) acumulada.
Câmara de ionização portátil: é uma câmara de ionização a ar ou a gás sob pressão, destinada a medições de taxas de exposição, taxa de dose e dose acumulada, para radiações de infravermelho.
Câmara de ionização tipo poço: a câmara de ionização é montada de forma que a fonte radioativa a ser medida possa ser introduzida no “poço”, criando uma condição de eficiência de praticamente 50%.
Câmara de ionização portátil: é uma câmara de ionização a ar ou a gás sob pressão, destinada a medições de taxas de exposição, taxa de dose e dose acumulada, para radiações X e gama e, às vezes, beta.
Assinale a alternativa correta.
Radiações ionizantes, no contexto biológico, são aquelas capazes de ejetar os elétrons orbitais dos átomos de C, H, O e N. A quantidade de energia depositada por uma radiação não ionizante, ao atravessar um material, depende da natureza química do material e de sua massa específica. É importante ressaltar que a absorção de radiações não ionizantes pela matéria é um fenômeno atômico e não molecular.
Radiações não ionizantes, no contexto biológico, são aquelas capazes de ejetar os elétrons orbitais dos átomos de C, H, O e N. A quantidade de energia depositada por uma radiação ionizante, ao atravessar um material, depende da natureza química do material e de sua massa específica. É importante ressaltar que a absorção de radiações ionizantes pela matéria é um fenômeno atômico e não molecular.
Radiações que são capazes de ejetar os elétrons da camada eletrônica para os elementos considerados (C, H, O, N) são ditas não ionizantes (no contexto biológico). Os efeitos dessas radiações nos organismos não são menos perigosos pelo fato de não provocarem ionizações, pois elas não atuam só em nível atômico, como acontece com radiações ionizantes, mas também em nível molecular, como acontece com a radiação ultravioleta (UV) quando interage com a molécula de DNA (ácido desoxirribonucleico).
Radiações que não são capazes de ejetar os elétrons da camada eletrônica para os elementos considerados (C, H, O, N) são ditas ionizantes (no contexto biológico). Os efeitos dessas radiações nos organismos não são menos perigosos pelo fato de provocarem ionizações, pois elas não atuam só em nível atômico, como acontece com radiações ionizantes, mas também em nível molecular, como acontece com a radiação ultravioleta (UV) quando interage com a molécula de DNA (ácido desoxirribonucleico).
Radiações ionizantes, no contexto biológico, são aquelas capazes de ejetar os elétrons orbitais dos átomos de C, H, O e N. A quantidade de energia depositada por uma radiação ionizante, ao atravessar um material, depende da natureza química do material e de sua massa específica. É importante ressaltar que a absorção de radiações ionizantes pela matéria é um fenômeno atômico e não molecular.
Por meio da radioatividade, o netúnio de número atômico 93 e número de massa 239 emite um partícula beta. O núcleo residual também é radioativo e forma o urânio 235. É correto afirmar que a partícula emitida junto com o urânio 235 é:
partícula beta.
partícula alfa.
um nêutron.
uma radiação gama.
um pósitron.
Os tipos de radiação estão representados a seguir, conforme T. Hey e P. Walters (The Quantum Universe. Austrália. Scotprint Ltd., 1987). Assinale a alternativa que representa o decaimento dessas radiações.




