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No Estado da Paraíba, a prevenção contra incêndio:
Exige que as caixas d’água dos edifícios possuam 1/5 de sua capacidade como Reserva Técnica de Incêndio (RTI) para qualquer eventualidade.
Tem sua base legal nas legislações federal, estadual e municipal e em normas técnicas em vigor, principalmente, no Decreto Estadual n. 5792 de 01/02/1973.
Os edifícios, com mais de dez pavimentos (limite máximo médio das auto escadas mecânicas do Corpo de Bombeiros) quer sejam comerciais ou multifamiliares, são dotados, a partir do terceiro andar, de caixas de hidrantes do tipo residencial.
As caixas de hidrantes do tipo residencial, colocadas nos edifícios, não são dotadas de mangueiras; elas contêm extintores portáteis.
O tipo mais comum de Sprinkler (chuveiro automático) contém, no interior de um bulbo de vidro, que serve como tampão, uma substância chamada Quartzo a qual a determinada temperatura (o tipo mais comum é o de 86º C) rompe-se dando passagem à água.
Da prevenção contra incêndio, podemos afirmar que
são equipamentos e medidas preventivas de incêndio: o extintor de gás “Halon”, o sprinkler, a escada enclausurada, o pára-raios do tipo autoionizante, o sistema de aterramento, os diques de contenção e os abrigos antiaéreos, entre outros.
o hidrante é equipamento usado na prevenção estrutural e tem por objetivo isolar o incêndio, impedir o seu desenvolvimento e a sua conseqüente propagação para outros locais:
os equipamentos preventivos móveis mais comumente encontrados são:
1. extintor de água – sigla "AP" ou "AG"
2. extintor de espuma – sigla "SE"
3. extintor químico seco – sigla "PQR"
4. extintor de gás carbônico – sigla "CO²"
5. extintor de gás Shalon – sigla "SHALON"
a prevenção móvel é formada pelo conjunto de equipamentos remediativos onde seu elemento extintor é deslocado, com sua total capacidade, até o local do incêndio.
a prevenção elétrica não é alimentada, obrigatoriamente, por fonte elétrica (pode-se usar aquecimento solar) e depende da fonte que fornece eletricidade para a edificação.
Quanto ao uso da água como extintor, pode-se afirmar que
dependendo do seu estado físico (sólido, líquido ou gasoso) sua constituição química é variável.
a água, em forma de vapor, não pode ser usada como elemento de resfriamento e abafamento em incêndio em ambientes fechados.
a água é o agente extintor mais utilizado, podendo apresentar- se sob os três estados físicos da matéria: sólido, líquido ou gasoso.
a água, quimicamente pura, conduz energia elétrica, oferecendo potencial risco àqueles que combatem incêndio.
quanto mais perto, menor o risco à seção contínua do jato d’água, uma vez que a água, sob a forma de neblina, tem uma condutibilidade elétrica maior.
Quanto aos processos de extinção de incêndio, é correto afirmar que
no caso de fluídos em repouso, a condução se dá pelo movimento de elétrons.
o abafamento ou controle do comburente é o método de extinção mais fácil;
a condução é o modo de transferência de calor em que a troca de energia tem lugar da região de baixa temperatura para a de alta temperatura.
no caso de metais, a condução se dá pelo movimento cinético ou pelo impacto direto de moléculas:
o resfriamento ou o controle do calor é o método de extinção mais usado.
O incêndio que provocou a queda das torres do World Trade Center, após o choque de uma aeronave em cada edifício, quanto à proporção, é considerado:
Médio incêndio.
Incêndio extraordinário.
Grande incêndio.
Pequeno incêndio.
Incêndio incontrolável.