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Maqueiros podem atuar em
pátios de estacionamento de ambulâncias, fazendo desinfecção de cabines e macas de transporte, e repondo material de consumo.
serviços de diagnóstico por imagem, acomodando os pacientes e posicionando-os nos equipamentos.
ambientes hospitalares internos, transportando pacientes em macas e cadeiras de rodas.
centros cirúrgicos, operando macas transfer, conduzindo o paciente até a mesa cirúrgica e posicionando-o para a cirurgia.
unidades básicas de saúde, conduzindo clientes cadeirantes, da porta de entrada, conforme se apresentem, até os locais de atendimento, e de volta aos veículos de transporte que os levarão novamente à residência.
O local de transferência de maca para o centro cirúrgico é considerado uma área
crítica.
semicrítica.
restrita.
irrestrita.
limitada.
Os agentes antissépticos utilizados para higienização das mãos devem ter ação antimicrobiana imediata e efeito residual ou persistente. Não devem ser tóxicos, alergênicos ou irritantes para pele. Recomenda-se que sejam agradáveis de utilizar, suaves e ainda, custo-efetivos. Dos produtos listados abaixo, NÃO é um agente antisséptico:
álcool.
sabonete comum.
clorexidina.
iodóforos – PVPI.
triclosan.
Ao realizar transferência do paciente em cadeira de rodas é importante conferir se:
os pés do paciente estão apoiados no descanso da cadeira.
posicionar dois colegas ao lado da cadeira.
manter um travesseiro pequeno sob a cabeça.
o corpo está ligeiramente inclinado para frente.
apoiar braço flexionado ao nível dos ombros com travesseiro.
Enquanto aguarda a liberação de uma paciente para ser levada à unidade de internação, o maqueiro Jorge percebe que uma paciente que está na sala de espera do pronto-socorro inicia uma crise convulsiva. Nessa situação, a conduta correta é:
jogar água fria no rosto da paciente para interromper a crise.
colocar a paciente deitada de costas, para facilitar a respiração.
colocar a mão dentro da boca da paciente e puxar a língua para fora, evitando que ela engasgue.
transferir a paciente para uma maca e restringir o corpo com um lençol.
dar espaço para a paciente, afastando objetos que estejam próximos, como mesas ou cadeiras.
Quando o paciente não pode colaborar com a movimentação no leito, na posição supina (barriga para cima), na direção da cabeceira, uma alternativa é obedecer a uma sequência de passos para conseguir movê-lo em segurança. Os passos são:
1. Permanecer duas pessoas, uma de cada lado do leito, olhando em direção dos pés da cama.
2. Colocar um lençol ou plástico deslizante sob o corpo do paciente.
3. Colocar um travesseiro na cabeceira da cama.
4. Deixar a cama em posição horizontal.
5. Segurar firmemente no lençol ou plástico e, num movimento ritmado, movimentar o paciente.
A ordem correta dos passos é
3, 4, 2, 1, 5.
4, 3, 2, 1, 5.
1, 2, 3, 4, 5.
2, 3, 4, 1, 5.
3, 2, 1, 4, 5.
No socorro a um paciente em parada cardiorrespiratória uma das características da RCP de alta qualidade é a realização de
60 a 80 compressões por minuto.
80 a 100 compressões por minuto.
100 a 120 compressões por minuto.
120 a 140 compressões por minuto.
140 a 160 compressões por minuto.
O maqueiro foi solicitado para transportar um paciente de cuidados intermediários (PCI).
Nesse caso, trata-se de um paciente
grave e recuperável, com risco iminente de morte, sujeito à instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada.
passível de instabilidade das funções vitais, recuperável, sem risco iminente de morte, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada.
estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem e autossuficiente quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas.
crônico, incluindo o de cuidado paliativo, estável sob o ponto de vista clínico, porém com total dependência das ações de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas.
estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem, com parcial dependência dos profissionais de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas.
Para o transporte de um paciente estável, sem alterações críticas nas últimas 48 horas e que não sejam dependentes de oxigênio (baixo risco), recomenda-se o
maqueiro.
técnico de enfermagem.
maqueiro e o enfermeiro.
técnico de enfermagem e o enfermeiro.
maqueiro e o técnico ou auxiliar de enfermagem.
Para desinfecção das macas de transporte de pacientes recomenda-se o uso de
álcool a 70%.
glutaraldeído.
álcool isopropílico.
hipoclorito de sódio.
óxido de etileno.
É responsabilidade do maqueiro
acompanhar passeios de pacientes dentro da área hospitalar.
transportar acompanhantes com dificuldade para locomoção.
conduzir pacientes para procedimentos terapêuticos e cirúrgicos.
avaliar o estado geral do paciente em conjunto com médicos e enfermeiros.
participar da avaliação dos riscos e benefícios do transporte de pacientes de alto risco.
Nos horários de visita, normalmente, formam-se filas de espera em frente aos elevadores, inclusive daqueles privativos para pacientes. Nessa situação, para realizar o transporte de um paciente de uma unidade a outra do hospital, o maqueiro deve
utilizar, com prioridade, o elevador privativo para pacientes.
dar prioridade aos visitantes e integrar-se à fila na ordem de chegada.
utilizar caminhos internos alternativos, evitando os elevadores.
orientar os visitantes a utilizar as escadas, de modo a deixar os elevadores livres.
dividir o espaço no elevador com visitantes, cobrindo o rosto do paciente com lençol.
Embora não exista maneira completamente segura para realizar uma transferência manual do leito para uma maca, vários materiais e ações podem ajudar nesse procedimento, entre eles, cuidar para nunca
mover o tronco antes das pernas.
deixar o paciente sem travesseiro.
encostar o calcanhar do paciente no lençol.
esquecer de travar as rodas da cama e do leito.
colocar os braços do paciente sobre o seu peito.
Easy Transfer é um equipamento para a mobilização de pacientes que consiste em
um disco capaz de ajudar a deslizar o paciente entre o leito e a cadeira de rodas.
um colete com a parte posterior rígida, que fica em contato com a cabeça, pescoço e a coluna vertebral, até a cintura pélvica, mais duas “abas” que envolvem a coluna em sua porção final e a pelve do paciente, que são presas uma à outra por três tirantes, para extrair vítimas de acidentes de locais dos sinistros.
um cinto dotado de quatro alças verticais na parte de trás e duas alças nas laterais, facilitando o encontro da melhor posição para movimentar o paciente entre a cadeira de rodas e o sofá ou o assento do carro, por exemplo.
um cesto guincho confeccionado em tecido resistente, impermeável e flexível, apoiado em um suporte de metal com rodízios, preparado para movimentar o paciente entre curtas distâncias.
uma prancha capaz de ajudar a deslizar o paciente entre a maca e o leito ou mesa de ressonância magnética e de outros exames e procedimentos.
José está internado para tratamento de uma complicação renal, usa sonda vesical e precisa ser levado a outra unidade hospitalar, duas vezes por semana, para realizar hemodiálise. Ele é removido em cadeira de rodas e ambulância. Nesse procedimento, o maqueiro deve
conduzir a cadeira de rodas até a plataforma elevatória ou rampa da ambulância, com o paciente olhando para frente.
acomodar a cadeira de rodas dentro da ambulância, garantindo que as rodas fiquem destravadas durante o trajeto, para facilitar a retirada quando chegar ao destino.
garantir que a bolsa coletora de urina acoplada à sonda seja acomodada no colo do paciente, em nível acima da linha dos quadris.
manter a sonda vesical fixada com esparadrapo na haste da roda dianteira da cadeira para evitar tração durante a remoção.
providenciar para que o desembarque do paciente pela rampa acoplada à porta da ambulância até o chão seja realizado com a cadeira de rodas voltada para frente, e o maqueiro atrás da cadeira.
Na unidade de internação de um hospital geral ocorreu o óbito de um paciente adulto que deverá ser transportado até o necrotério. Nessa situação, compete ao maqueiro
auxiliar na transferência do cadáver do leito para a maca, conduzi-la até o necrotério e trazê-la de volta à unidade de origem.
realizar o traslado do corpo até o necrotério, desde que acompanhado de um profissional médico e um familiar do morto.
auxiliar na retirada de cateteres e no preparo do cadáver para que seja entregue à família.
realizar a limpeza terminal do leito e da maca utilizada para o traslado do corpo até o necrotério.
buscar a maca específica para transporte do cadáver ao necrotério e, depois, conduzi-la com o mesmo até essa unidade.
Ao transportar um paciente da sala de recuperação pós-anestésica para a unidade de internação, a maqueira Marcela precisa estar atenta às principais causas de erro nesse procedimento, entre eles:
transportar pacientes com dor.
perda de cateter endovenoso ou sonda por tração.
planejamento da rota: fácil e curta.
transporte de paciente com grades laterais da maca erguidas.
o prontuário seguir com o paciente.
Uma das contraindicações para o transporte de pacientes é
oxigenação.
ventilação mecânica.
pressão arterial elevada.
instabilidade hemodinâmica.
monitorização multiparâmetros.
As condições clínicas do paciente devem ser avaliadas previamente pela equipe de saúde para que sejam adotadas as medidas de segurança correspondentes durante o transporte. Nesse sentido, os pacientes são classificados como
sem risco, quando forem capazes de fazer o percurso até o destino andando, sem a necessidade de cadeira ou maca para o transporte.
de baixo risco, quando estiverem estáveis, mas recebendo soro ou sangue que não possa ser interrompido durante o transporte.
de médio risco, quando estiverem estáveis, mas necessitando de oxigenioterapia, inclusive durante o transporte.
de alto risco, quando estiverem estáveis, mas necessitando ser transportados em maca devido à presença de fraturas.
de altíssimo risco, se estiverem instáveis, em uso de medicação psicotrópica e com assistência ventilatória.
A Avaliação do Risco na Movimentação e Transferência deve considerar o(s) seguinte(s) aspecto(s) do paciente:
peso e altura.
nível de consciência e idade.
escolaridade e sociabilidade.
necessidade de ajuda para comunicação.
vigência de dor nos membros inferiores.