Questões de Concurso sobre Maqueiro

 
 
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Maqueiros podem atuar em


A

pátios de estacionamento de ambulâncias, fazendo desinfecção de cabines e macas de transporte, e repondo material de consumo.


B

serviços de diagnóstico por imagem, acomodando os pacientes e posicionando-os nos equipamentos.


C

ambientes hospitalares internos, transportando pacientes em macas e cadeiras de rodas.


D

centros cirúrgicos, operando macas transfer, conduzindo o paciente até a mesa cirúrgica e posicionando-o para a cirurgia.


E

unidades básicas de saúde, conduzindo clientes cadeirantes, da porta de entrada, conforme se apresentem, até os locais de atendimento, e de volta aos veículos de transporte que os levarão novamente à residência.

Os agentes antissépticos utilizados para higienização das mãos devem ter ação antimicrobiana imediata e efeito residual ou persistente. Não devem ser tóxicos, alergênicos ou irritantes para pele. Recomenda-se que sejam agradáveis de utilizar, suaves e ainda, custo-efetivos. Dos produtos listados abaixo, NÃO é um agente antisséptico:


A

álcool.


B

sabonete comum.


C

clorexidina.


D

iodóforos – PVPI.


E

triclosan.

Ao realizar transferência do paciente em cadeira de rodas é importante conferir se:


A

os pés do paciente estão apoiados no descanso da cadeira.


B

posicionar dois colegas ao lado da cadeira.


C

manter um travesseiro pequeno sob a cabeça.


D

o corpo está ligeiramente inclinado para frente.


E

apoiar braço flexionado ao nível dos ombros com travesseiro.

Enquanto aguarda a liberação de uma paciente para ser levada à unidade de internação, o maqueiro Jorge percebe que uma paciente que está na sala de espera do pronto-socorro inicia uma crise convulsiva. Nessa situação, a conduta correta é:


A

jogar água fria no rosto da paciente para interromper a crise.


B

colocar a paciente deitada de costas, para facilitar a respiração.


C

colocar a mão dentro da boca da paciente e puxar a língua para fora, evitando que ela engasgue.


D

transferir a paciente para uma maca e restringir o corpo com um lençol.


E

dar espaço para a paciente, afastando objetos que estejam próximos, como mesas ou cadeiras.

Quando o paciente não pode colaborar com a movimentação no leito, na posição supina (barriga para cima), na direção da cabeceira, uma alternativa é obedecer a uma sequência de passos para conseguir movê-lo em segurança. Os passos são:


1. Permanecer duas pessoas, uma de cada lado do leito, olhando em direção dos pés da cama.

2. Colocar um lençol ou plástico deslizante sob o corpo do paciente.

3. Colocar um travesseiro na cabeceira da cama.

4. Deixar a cama em posição horizontal.

5. Segurar firmemente no lençol ou plástico e, num movimento ritmado, movimentar o paciente.


A ordem correta dos passos é


A

3, 4, 2, 1, 5.


B

4, 3, 2, 1, 5.


C

1, 2, 3, 4, 5.


D

2, 3, 4, 1, 5.


E

3, 2, 1, 4, 5.

No socorro a um paciente em parada cardiorrespiratória uma das características da RCP de alta qualidade é a realização de


A

60 a 80 compressões por minuto.


B

80 a 100 compressões por minuto.


C

100 a 120 compressões por minuto.


D

120 a 140 compressões por minuto.


E

140 a 160 compressões por minuto.

O maqueiro foi solicitado para transportar um paciente de cuidados intermediários (PCI).


Nesse caso, trata-se de um paciente


A

grave e recuperável, com risco iminente de morte, sujeito à instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada.


B

passível de instabilidade das funções vitais, recuperável, sem risco iminente de morte, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada.


C

estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem e autossuficiente quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas.


D

crônico, incluindo o de cuidado paliativo, estável sob o ponto de vista clínico, porém com total dependência das ações de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas.


E

estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem, com parcial dependência dos profissionais de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas.

Para o transporte de um paciente estável, sem alterações críticas nas últimas 48 horas e que não sejam dependentes de oxigênio (baixo risco), recomenda-se o


A

maqueiro.


B

técnico de enfermagem.


C

maqueiro e o enfermeiro.


D

técnico de enfermagem e o enfermeiro.


E

maqueiro e o técnico ou auxiliar de enfermagem.

Para desinfecção das macas de transporte de pacientes recomenda-se o uso de


A

álcool a 70%.


B

glutaraldeído.


C

álcool isopropílico.


D

hipoclorito de sódio.


E

óxido de etileno.

É responsabilidade do maqueiro


A

acompanhar passeios de pacientes dentro da área hospitalar.


B

transportar acompanhantes com dificuldade para locomoção.


C

conduzir pacientes para procedimentos terapêuticos e cirúrgicos.


D

avaliar o estado geral do paciente em conjunto com médicos e enfermeiros.


E

participar da avaliação dos riscos e benefícios do transporte de pacientes de alto risco.

Nos horários de visita, normalmente, formam-se filas de espera em frente aos elevadores, inclusive daqueles privativos para pacientes. Nessa situação, para realizar o transporte de um paciente de uma unidade a outra do hospital, o maqueiro deve


A

utilizar, com prioridade, o elevador privativo para pacientes.


B

dar prioridade aos visitantes e integrar-se à fila na ordem de chegada.


C

utilizar caminhos internos alternativos, evitando os elevadores.


D

orientar os visitantes a utilizar as escadas, de modo a deixar os elevadores livres.


E

dividir o espaço no elevador com visitantes, cobrindo o rosto do paciente com lençol.

Embora não exista maneira completamente segura para realizar uma transferência manual do leito para uma maca, vários materiais e ações podem ajudar nesse procedimento, entre eles, cuidar para nunca


A

mover o tronco antes das pernas.


B

deixar o paciente sem travesseiro.


C

encostar o calcanhar do paciente no lençol.


D

esquecer de travar as rodas da cama e do leito.


E

colocar os braços do paciente sobre o seu peito.

Easy Transfer é um equipamento para a mobilização de pacientes que consiste em


A

um disco capaz de ajudar a deslizar o paciente entre o leito e a cadeira de rodas.


B

um colete com a parte posterior rígida, que fica em contato com a cabeça, pescoço e a coluna vertebral, até a cintura pélvica, mais duas “abas” que envolvem a coluna em sua porção final e a pelve do paciente, que são presas uma à outra por três tirantes, para extrair vítimas de acidentes de locais dos sinistros.


C

um cinto dotado de quatro alças verticais na parte de trás e duas alças nas laterais, facilitando o encontro da melhor posição para movimentar o paciente entre a cadeira de rodas e o sofá ou o assento do carro, por exemplo.


D

um cesto guincho confeccionado em tecido resistente, impermeável e flexível, apoiado em um suporte de metal com rodízios, preparado para movimentar o paciente entre curtas distâncias.


E

uma prancha capaz de ajudar a deslizar o paciente entre a maca e o leito ou mesa de ressonância magnética e de outros exames e procedimentos.

José está internado para tratamento de uma complicação renal, usa sonda vesical e precisa ser levado a outra unidade hospitalar, duas vezes por semana, para realizar hemodiálise. Ele é removido em cadeira de rodas e ambulância. Nesse procedimento, o maqueiro deve


A

conduzir a cadeira de rodas até a plataforma elevatória ou rampa da ambulância, com o paciente olhando para frente.


B

acomodar a cadeira de rodas dentro da ambulância, garantindo que as rodas fiquem destravadas durante o trajeto, para facilitar a retirada quando chegar ao destino.


C

garantir que a bolsa coletora de urina acoplada à sonda seja acomodada no colo do paciente, em nível acima da linha dos quadris.


D

manter a sonda vesical fixada com esparadrapo na haste da roda dianteira da cadeira para evitar tração durante a remoção.


E

providenciar para que o desembarque do paciente pela rampa acoplada à porta da ambulância até o chão seja realizado com a cadeira de rodas voltada para frente, e o maqueiro atrás da cadeira.

Na unidade de internação de um hospital geral ocorreu o óbito de um paciente adulto que deverá ser transportado até o necrotério. Nessa situação, compete ao maqueiro


A

auxiliar na transferência do cadáver do leito para a maca, conduzi-la até o necrotério e trazê-la de volta à unidade de origem.


B

realizar o traslado do corpo até o necrotério, desde que acompanhado de um profissional médico e um familiar do morto.


C

auxiliar na retirada de cateteres e no preparo do cadáver para que seja entregue à família.


D

realizar a limpeza terminal do leito e da maca utilizada para o traslado do corpo até o necrotério.


E

buscar a maca específica para transporte do cadáver ao necrotério e, depois, conduzi-la com o mesmo até essa unidade.

Ao transportar um paciente da sala de recuperação pós-anestésica para a unidade de internação, a maqueira Marcela precisa estar atenta às principais causas de erro nesse procedimento, entre eles:


A

transportar pacientes com dor.


B

perda de cateter endovenoso ou sonda por tração.


C

planejamento da rota: fácil e curta.


D

transporte de paciente com grades laterais da maca erguidas.


E

o prontuário seguir com o paciente.

Uma das contraindicações para o transporte de pacientes é


A

oxigenação.


B

ventilação mecânica.


C

pressão arterial elevada.


D

instabilidade hemodinâmica.


E

monitorização multiparâmetros.

As condições clínicas do paciente devem ser avaliadas previamente pela equipe de saúde para que sejam adotadas as medidas de segurança correspondentes durante o transporte. Nesse sentido, os pacientes são classificados como


A

sem risco, quando forem capazes de fazer o percurso até o destino andando, sem a necessidade de cadeira ou maca para o transporte.


B

de baixo risco, quando estiverem estáveis, mas recebendo soro ou sangue que não possa ser interrompido durante o transporte.


C

de médio risco, quando estiverem estáveis, mas necessitando de oxigenioterapia, inclusive durante o transporte.


D

de alto risco, quando estiverem estáveis, mas necessitando ser transportados em maca devido à presença de fraturas.


E

de altíssimo risco, se estiverem instáveis, em uso de medicação psicotrópica e com assistência ventilatória.

A Avaliação do Risco na Movimentação e Transferência deve considerar o(s) seguinte(s) aspecto(s) do paciente:


A

peso e altura.


B

nível de consciência e idade.


C

escolaridade e sociabilidade.


D

necessidade de ajuda para comunicação.


E

vigência de dor nos membros inferiores.

   
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