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A causa mais comum de pancreatite aguda é de origem
Infecciosa
Biliar
aslcoólica
traumática
medicamentosa
Em relação ao pneumotórax hipertensivo, afirmamos que
o tratamento pode ser conservador, porque geralmente não causa instabilidade hemodinâmica
o diagnóstico deve ser feito através de tomografia computadorizada de tórax
se trata de uma emergência de diagnóstico clínico e tratamento imediato
muito frequentemente acompanha-se de cornagem
o tratamento definitivo é a traqueostomia
Na Insuficiência renal crônica
não existe consumo de complemento
a hipertensão arterial é raro, bem como edema pulmonar
pericardite e miocardite são complicações infecciosas da IRC
podem ocorrer desordens neuromusculares, tais como: fadiga, asterix, insônia, demência, mioclonias, paralisias e convulsões
a peritonite não é complicação comum
Paciente evolui com insuficiência renal aguda após crises convulsivas subentrantes. A principal hipótese diagnóstica é
Botulismo
Mieloma múltiplo
Hipotireoidismo
Sífilis terciária
Rabdomiólise
Um paciente de 30 anos de idade traumatizado de crânio, ao ser examinado, abre os olhos ao ser chamado, fala palavras inapropriadas ao estímulo verbal e reage à dor, tentando puxar a sua mão do local estimulado. A escala de coma de Glasgow deste paciente é
151
12
13
14
11
Na hipercalemia não se pode utilizar
bicarbonato de sódio
gluconato de cálcio
glicoinsulinoterapia
hidróxido de alumínio
nebulização com beta 2 agonista
Não é causa de hipertensão arterial secundária
Doença de Cushing
Hipertensão Renovascular
Displasia Arritmogênica do Ventrículo Direito
Feocromocitoma
Hiperaldosteronismo Primário
Nos casos de estenose mitral, observa-se que:
ocorre predominantemente em mulheres e a principal etiologia é doença reumática
ocorre predominantemente em homens e a principal etiologia é doença reumática
mais de 85% dos paciente são negros
é complicação frequente da Doença de Graves
não é causa de tromboembolismo arterial
Paciente de 58 anos, internado com infecção respiratória atípica por Chlamidea pneumoniae, não deverá ser tratado com
Ciprofloxacina
Tetraciclina
Roxitromicina
Gentamicina
Azitromicina
Sabendo-se que pode ocorrer parada cardiorrespiratória durante as transfusões sangüíneas maciças, devemos atribuir como uma das principais causas a
Hipoglicemia
Hipotermia
Hipocalemia
Hiponatremia
Hipocalcemia
A droga mais indicada no tratamento de otite externa maligna em paciente diabético é
Metronidazol
Vancomicina
Ceftazidima
Clindamicina
Ampicilina
A Pressão arterial média , a qual é muito importante na monitorização dos quadros de choque, é obtida através da seguinte fórmula:
PAS (3X PAD)
PAD (3X PAD)
2
PVC X (2xPAS) - PAD
PVC + (2X PAD)
PAS (2X PAD)
3
As formas mais simples de hipertensão que podem ser analisadas genéticamente são as chamadas formas mendelianas, ou seja, aquelas nas quais a concentração em único gen é suficiente para produzir aumento da pressão arterial . Essas formas de hipertensão arterial em geral são graves e não respondem à terapêutica convencional. Uma forma mendeliana de hipertensão arterial é a
Síndrome de Reiter
Síndrome de Liddle
Síndrome de Raeder
Neurofibromatose
Doença de Gaucher
Paciente portador de Diabetes Mellitus tipo II em uso de hipoglicemiante oral e dietoterapia apresenta os seguintes exames laboratoriais: Glicemia = 101mg/dL; Uréia = 42 mg/dL; creatinina = 1,9 mg/dL; albuminúria = 100mg/ 24h. A pressão arterial é de 120/80, RCR 2S, BNF sem sopros. Restante do exame clínico normal. Qual é a droga mais indicada para associar ao hipoglicemiante oral ?
Captopril
Nifedipina
Metoprolol
Amiodarona
Acarbose
Um paciente apresentando HbsAg (+) , Anti-HAV IgM (-), Anti HCA IgM (-) e Anti HBC (+) é compatível com
Hepatite A crônica
Hepatite C aguda
Hepatite A aguda
Hepatite B aguda
Hepatite Delta
Uma puérpera de 30 anos evolui com sepse abdominal hepatomegalia por hematoma infectado. Ao exame apresenta instabilidade hemodinâmica, hepatomegaia, icterícia e laboratorialmente hipoglicemia, apesar do aporte calórico adequedo, hiponatremia, transaminases pouco elevadas e ausência de lactação. O diagnóstico mais provável é
Síndrome HELLP
Insuficiência hepática fulminante
Síndrome de Sheehan
Esteatose da gravidez
Síndrome de Cushing
O diagnóstico de Doença de Parkinson é baseado na observação clínica principalmente dos seguintes achados:
dificuldade de iniciar marcha, rigidez matutina e tremor em movimentos voluntá- rios
demência, nistagmo, tremor em movimentos voluntários e bradicinesia
tremor em repouso, bradicinesia, rigidez e instabilidade postural
nistagmo, tremor em repouso e estabilidade postural
agitação psicomotora e confusão mental
O parâmetro que não é compatível para o diagnóstico de necrose tubular aguda é
fração de excreção de sódio de 4%
relação creatinina urinária / creatinina plasmática de 50
dosagem sódio urinário de 45 mEq/
osmolaridade urinária de 280 mOsm/
débito urinário menor que 20 ml/h
Um medida não-farmacológicas sem nenhuma eficácia anti-hipertensiva é:
uso intermitente de meias elásticas
redução do peso corporal
redução da ingestão de sal
redução do consumo de bebidas alcoólicas
exercício físico regulare
Paciente de 82 anos, ativo, vem de sua casa com queixas de palpitação. É internado na Unidade de emergência em fibrilação atrial aguda, hemodinâmicamente estável. Nega dor torácica ou episódios anteriores de palpitações, o eletrocardiograma não demonstra sinais isquêmicos . Ecocardiograma e a radiografia de tórax e dosagem de enzimas cardiácas são normais. Em Ecodoppler de membros inferiores não há sinais de trombose venosa profunda. Neste caso é imperativo
sedar o paciente, intubá-lo e mantê-lo em prótese ventilatória até o controle da arritmia
levar o paciente imediatamente para a sala de cateterismo cardíaco e angioplastia primária
proceder à cardioversão elétrica com 200J e com assincronia
iniciar tratamento medicamentoso para a fibrilação atrial e dosar os hormônios tireoideanos
iniciar anticoagulação venosa , pois a única causa provável é embolia pulmonar aguda