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Na vistoria de uma ala hospitalar classificada como ativo não gerador de caixa, uma falha estrutural reduz sua capacidade de atendimento. O imóvel permanece em uso parcial e seu valor contábil supera o potencial remanescente de serviços.
Qual é o procedimento contábil correto?
Manter o valor contábil, acelerar a depreciação durante a recuperação e reconhecer os gastos da obra quando a intervenção física for executada pela entidade.
Baixar integralmente a ala, reconhecer perda equivalente ao valor contábil e registrar a recuperação futura como novo ativo quando o atendimento retornar ao nível anterior.
Calcular o valor em uso por fluxos líquidos de caixa, compará-lo ao valor justo e reconhecer a menor diferença como ajuste da depreciação acumulada.
Reconhecer uma provisão pelo custo estimado da obra, manter a mensuração do imóvel e revisar a vida útil depois da conclusão dos reparos estruturais.
Estimar o valor recuperável de serviço, reconhecer a perda pelo excesso do valor contábil, ajustar a depreciação futura e avaliar posterior reversão quando cabível.