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Até o final do exercício de 20X1, uma entidade pública apurava a depreciação da sua frota de veículos pelo método da linha reta (contas constantes). A partir da análise de um relatório produzido pela superintendência de gestão da frota, que incluía informações sobre valores históricos e de mercado dos veículos, a entidade deliberou e optou pela adoção do método da soma dos dígitos para depreciação dos veículos, por entender que esse método representaria mais adequadamente o padrão de consumo dos benefícios econômicos associados aos veículos da frota.
Na situação hipotética apresentada, segundo as disposições da NBC TSP 23 e do MCASP, a referida entidade pública deve
tratar a adoção do novo método de depreciação como mudança de estimativa, com efeitos prospectivos.
analisar novos modelos de gestão de frota, de forma a reduzir as despesas com depreciação.
avaliar a relevância dos efeitos da mudança da política contábil sobre o resultado patrimonial.
divulgar, em notas explicativas, a mudança de política contábil na depreciação de seus veículos.
registrar como ajustes de avaliação patrimonial os efeitos da adoção do novo método de depreciação.