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Fábio, segurança terceirizado de um shopping center, impediu Flávia, mulher trans, de u...

Fábio, segurança terceirizado de um shopping center, impediu Flávia, mulher trans, de usar o banheiro em razão do sexo com o qual ela se identifica. O shopping, em defesa, alegou que Fábio havia sido devidamente orientado sobre os direitos de gênero e que se tratou de conduta isolada do funcionário terceirizado e contra as ordens diretivas do estabelecimento. Neste caso, a responsabilidade civil do shopping center é


A

subjetiva, por ter sido realizada contra as ordens e orientações do empregador.


B

objetiva, visto que o funcionário teria cometido o ato no exercício do trabalho que lhe competia ou em razão dele.


C

excluída, por não haver contrato típico de trabalho, tratando-se de contratação terceirizada.


D

subjetiva, mediante comprovação de dolo ou culpa do empregador.


E

excluída, por ter sido realizada contra as ordens e orientações do empregador.