Questões de Concursos Defensoria Pública do Estado de Roraima - RR (DPE/RR)

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Questão 862667

Defensoria Pública do Estado de Roraima - RR (DPE/RR) 2015

Cargo: Administrador / Questão 1

Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível: Superior

No texto, o autor contrapõe fundamentalmente
  • A. as boas condições do porto de Marselha, em território francês, às péssimas condições do porto brasileiro localizado no Maranhão, perto do qual o navio Ville de Boulogne acabou por naufragar.
  • B. a demora com que a notícia da suposta morte de Gonçalves Dias, no século XIX, pôde ser contestada pelo poeta à rapidez com que o pianista Marcos Resende, contemporâneo do cronista, pôde contestar a própria morte.
  • C. a comoção com que foi recebida a notícia da suposta morte do poeta Gonçalves Dias à indiferença com que se recebeu a notícia da morte do pianista Marcos Resende, buscando-se esclarecê-la com um simples telefonema.
  • D. a resistência do navio Grand Condé, onde Gonçalves Dias pôde permanecer em segurança por mais de cinquenta dias, à fragilidade do Ville de Boulogne, que levou pouco tempo para naufragar na costa do Maranhão.
  • E. a banalização das notícias em seu próprio tempo, mesmo as mais trágicas, à solenidade com que eram dadas no século XIX, muitas vezes em sessões no Instituto Histórico, com a eventual presença do próprio Imperador.

Questão 862668

Defensoria Pública do Estado de Roraima - RR (DPE/RR) 2015

Cargo: Administrador / Questão 2

Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível: Superior

De acordo com o texto, a falsa notícia da morte de Gonçalves Dias teria se originado de uma conjunção de acontecimentos que incluem:
  • A. a morte de um passageiro no navio em que ele viajava, a impossibilidade dos passageiros do navio cumprirem o período de quarentena em terra e a motivação da viagem do poeta para a Europa.
  • B. a inexistência de lazareto no Grand Condé, a motivação da viagem do poeta para a Europa e as falhas de comunicação entre o navio e o porto de Marselha.
  • C. a impossibilidade dos passageiros do navio cumprirem o período de quarentena em terra, a presença do Imperador no Instituto Histórico e as homenagens feitas no Brasil ao grande poeta.
  • D. a morte de um passageiro no navio em que ele viajava, a motivação da viagem do poeta para a Europa e as falhas de comunicação entre o navio e o porto de Marselha.
  • E. a inexistência de lazareto no Grand Condé, a morte de um passageiro no navio e as homenagens feitas no Brasil ao grande poeta.

Questão 862669

Defensoria Pública do Estado de Roraima - RR (DPE/RR) 2015

Cargo: Administrador / Questão 3

Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível: Superior

Considerando-se o contexto, o segmento cujo sentido está adequadamente expresso em outras palavras é:
  • A. Entre exclamações, citou = Em meio aos brados, parodiou
  • B. Ofícios fúnebres = Comunicações danosas
  • C. o seu necrológio no jornal = a sua matéria fúnebre impressa
  • D. obrigado à caceteação = compelido ao aborrecimento
  • E. aliviar o luto fechado = compensar a grande tristeza

Questão 862670

Defensoria Pública do Estado de Roraima - RR (DPE/RR) 2015

Cargo: Administrador / Questão 4

Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível: Superior

A frase do texto que permite transposição para a voz passiva é:
  • A. Em seguida gravou uma mensagem na sua secretária eletrônica...
  • B. Mas o poeta, este de fato não morreu.
  • C. Em 1862, chegou aqui a notícia da morte de Gonçalves Dias.
  • D. O poeta estava a bordo do Grand Condé...
  • E. ... de como tudo neste mundo caminha cada vez mais depressa.

Questão 862671

Defensoria Pública do Estado de Roraima - RR (DPE/RR) 2015

Cargo: Administrador / Questão 5

Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível: Superior

Joaquim Serra, Juvenal Galeno e Bernardo Guimarães debulharam lágrimas de esguicho, quentes e sinceras.

O verbo transitivo empregado com o mesmo tipo de complemento com que foi empregado o verbo grifado acima está em:

  • A. É mentira!
  • B. A notícia chegou ao Instituto Histórico durante uma sessão presidida por d. Pedro II.
  • C. ... que estava vivo, bem vivo.
  • D. E morreu num naufrágio...
  • E. Entre exclamações, citou Horácio...

Questão 862672

Defensoria Pública do Estado de Roraima - RR (DPE/RR) 2015

Cargo: Administrador / Questão 6

Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível: Superior

À falta de lazareto, o navio estava obrigado à caceteação da quarentena. (2º parágrafo)

Mantendo-se o sentido e a coesão da frase, o segmento grifado acima pode ser corretamente substituído por:

  • A. De sorte que faltava o lazareto
  • B. Embora faltasse o lazareto
  • C. Uma vez que faltava o lazareto
  • D. À medida que faltasse o lazareto
  • E. Conquanto faltava o lazareto

Questão 862673

Defensoria Pública do Estado de Roraima - RR (DPE/RR) 2015

Cargo: Administrador / Questão 7

Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível: Superior

Suspensa a sessão, começaram as homenagens...

O segmento grifado exerce na frase acima a mesma função sintática que o segmento também grifado em:

  • A. As comunicações se arrastavam a passo de cágado.
  • B. O brigue chegou a Marselha com um morto a bordo.
  • C. Ao ler o seu necrológio no jornal outro dia...
  • D. Terá sido devorado pelos tubarões.
  • E. ... dois meses depois chegou o desmentido...

Questão 862674

Defensoria Pública do Estado de Roraima - RR (DPE/RR) 2015

Cargo: Administrador / Questão 8

Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível: Superior

A frase cuja REDAÇÃO está inteiramente clara e correta é:
  • A. Para quem acredita em destino e que o dia da morte está marcado, nada nem ninguém pode alterá-la ou prolongá-la, e nenhum remédio poderia ser proscrito para salvar aquele que já está condenado.
  • B. Não foi absolutamente efêmera há glória de Gonçalves Dias, mas ao contrário duradoura e imperecível, já que ainda hoje o autor da “Canção do exílio” é considerado um dos maiores poetas brasileiros de que conhecemos.
  • C. Outra extraordinária coincidência na biografia de Gonçalves Dias é a composição de um poema chamado “O mar”, em cujos versos aquele que viria a morrer num naufrágio alude ao “oceano terrível” e à própria morte.
  • D. Senão tivesse morrido no naufrágio do Ville de Boulogne, é possível que Gonçalves Dias não sobreviveria muitos dias à seu desembarque, pois seu estado de saúde era de fato muito grave.
  • E. Ser dado por morto e estar bem vivo, numa experiência das mais inquietantes que o ser humano pode vir a conhecer, cuja é talvez ainda mais terrificante quando se depara de repente com a notícia da própria morte.

Questão 863917

Defensoria Pública do Estado de Roraima - RR (DPE/RR) 2015

Cargo: Assistente Administrativo / Questão 1

Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível: Médio

De acordo com o texto, o autor
  • A. procurou, com a metáfora do boi, um animal rural, mostrar sua inadequação à modernidade, impotente para satisfazê-lo em seus anseios mais profundos.
  • B. usou, ainda que sem a autorização de Guimarães Rosa, um de seus personagens como protagonista de um poema de caráter comercial.
  • C. compôs um poema para sua namorada, mostrando toda sua angústia e descontentamento em relação às injustiças praticadas contra os animais.
  • D. queria, por mais inusitado que fosse para a temática política, incluir um boi em seu poema, que refletisse seu posicionamento alheio a toda ordem preestabelecida.
  • E. escrevia textos de cunho político, ainda que o tom panfletário vez e outra interferisse em seus objetivos iniciais, que eram agradar a seus amigos militantes.

Questão 863918

Defensoria Pública do Estado de Roraima - RR (DPE/RR) 2015

Cargo: Assistente Administrativo / Questão 2

Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Nível: Médio

Com respeito ao gênero, é correto afirmar que o texto acima é
  • A. um poema em prosa, visto que se pauta pelo uso recorrente de metáforas e de linguagem melodiosa.
  • B. uma crônica, por trazer reflexão sobre um momento histórico com uso de linguagem coloquial.
  • C. um conto, por trazer um enredo sucinto, cuja ação, com início, meio e fim, ocorre em uma realidade fabulística.
  • D. uma crônica, por dar voz a animais, inseridos em uma ambientação puramente ficcional.
  • E. um conto, por inserir, no relato imaginário de um boi, elementos da vida particular do autor.