A proliferação de indicadores do desenvolvimento, tais
como o Índice de Bem-Estar Econômico Sustentável
(IBES), o Índice de Progresso Real (GPI, em inglês), o
Indicador de Poupança Verdadeira (GSI, em inglês),
dentre outros, deve-se
A
ao abandono do PIB e do PIB per capita como indicadores
de desenvolvimento econômico.
B
à necessidade de aperfeiçoamento da base de informações
sobre o desenvolvimento econômico, associada
à emergência de países com um padrão distinto
de desenvolvimento, como é o caso dos chamados
BRICS.
C
à crescente preocupação com o desenvolvimento
dito sustentável, gerando indicadores com crescente
influência de métricas sócio-ambientais.
D
à dificuldade de monetarização das informações, isto
é, os índices citados buscam outra forma de tornar
as bases de dados construídas, por cada um deles,
contabilizáveis e comparáveis entre si.
E
à necessidade de se desconsiderarem as chamadas
despesas defensivas do cálculo dos indicadores de
desenvolvimento econômico.