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Uma pessoa tem curvas de indiferença entre dois bens, A e B, em ângulo reto, conforme se vê no gráfico abaixo.

Os bens A e B são
substitutos.
complementares.
inferiores.
normais.
essenciais.
Considerando a Teoria da Utilidade, assinale a alternativa incorreta.
Quanto mais distante uma curva de indiferença estiver em relação à origem, menor o nível de utilidade associado.
À medida que aumenta o consumo de uma mercadoria, a utilidade marginal dessa mercadoria diminui.
A medida de utilidade do consumo de uma mercadoria é o máximo que um consumidor está disposto a pagar por esse consumo.
O excedente do consumidor é a diferença entre o que o consumidor está disposto a pagar e o que ele efetivamente paga por uma mercadoria.
Curvas de indiferença de bens complementares perfeitos têm inclinação constante.
Suponha um gráfico dado por uma curva de indiferença sendo tangenciada num determinado ponto E por uma linha de restrição orçamentária. No gráfico, vamos considerar, nas abscissas, as quantidades de alimentos e, nas ordenadas, as unidades de vestuário. Por conseguinte, o ponto E representa uma cesta que tem diferentes quantidades de alimentos e de unidades de vestuário. Nesse sentido, sejam as seguintes proposições abaixo para um determinado consumidor.
I. Além desse ponto E existem mais dois pontos A e B ao longo dessa mesma curva de indiferença. Porém, estes dois últimos pontos não são tangenciados pela linha da restrição orçamentária, e que podemos defini-los também como sendo cestas de mercadorias. Em função desses três pontos (ou cestas de mercadorias), o consumidor é indiferente ao consumir tanto as cestas A e B, quanto a cesta E, pois todas essas cestas estão dentro da sua restrição orçamentária.
II. Suponha um efeito renda obtido através da queda dos preços das unidades de vestuário e dos alimentos. O poder aquisitivo do consumidor aumenta, e a quantidade demandada deve aumentar pelos dois produtos sendo eles bens de consumo normal. Para isso, a linha da restrição orçamentária irá se deslocar para a esquerda, tangenciando uma nova curva de indiferença e fazendo com que um novo equilíbrio do consumidor (ponto E') fique mais perto da origem dos eixos das coordenadas das unidades de vestuário e das quantidades de alimentos.
III. Havendo um aumento dos preços das unidades de vestuário, mas ocorrendo, nas mesmas proporções percentuais, uma queda dos preços dos alimentos, isso faz ocorrer um efeito substituição das unidades de vestuário por maiores quantidades de alimentos, e a posição da linha da restrição orçamentária (bem como a posição do ponto E para E') tende a ficar mais para a horizontal com referência ao eixo das abscissas. O consumidor, então, em relação à limitação do seu orçamento, acaba diminuindo a sua demanda por unidades de vestuário e tendendo a comprar mais alimentos.
IV. Estando o consumidor equilibrado com a cesta E, este consumidor maximiza a sua satisfação escolhendo esta cesta que contém uma determinada quantidade de alimentos e de unidades de vestuário. Isso demonstra que a inclinação da linha do orçamento do consumidor é igual à inclinação da curva de indiferença e que a taxa marginal de substituição entre unidades de vestuário e quantidades de alimentos é igual à razão dos seus preços (ou seja, a razão entre o preço do vestuário e dos alimentos).
Em função dessas proposições, está correto o que se afirma em:
I, II e III ,apenas.
II, III e IV.
I e II, apenas.
III e IV, apenas.
I, II e IV, apenas.
Suponha um gráfico dado por uma curva de indiferença sendo tangenciada num determinado ponto E por uma linha de restrição orçamentária. No gráfico, considere nas abscissas, quantidades de frango e, nas ordenadas, quantidades de peixe. Por conseguinte, o ponto E representa uma cesta que tem diferentes quantidades de frango e de peixe. Nesse sentido, sejam as seguintes proposições abaixo para um consumidor hipotético:
I. Tendo-se além desse ponto E mais dois pontos C e F, ao longo dessa mesma curva de indiferença, mas que estes dois últimos pontos não são tangenciados pela linha da restrição orçamentária, e que podemos defini-los também como sendo cestas de mercadorias, o consumidor é indiferente ao consumir tanto as cestas C e F, quanto a cesta E, pois todas essas cestas estão dentro da sua restrição orçamentária.
II. Suponha um efeito renda obtido através da queda dos preços do frango e do peixe. O poder aquisitivo do consumidor aumenta, e a quantidade demandada deve aumentar pelos dois produtos sendo eles bens de consumo normal. Para isso, a linha da restrição orçamentária irá se deslocar mais para a direita, tangenciando uma nova curva de indiferença e fazendo com que o equilíbrio do consumidor (ponto E) fique mais afastado da origem dos eixos das coordenadas do frango e do peixe.
III. Havendo um aumento do preço do peixe, mas ocorrendo uma queda do preço do frango (supondo nas mesmas proporções percentuais), isso faz ocorrer um efeito substituição de peixe por frango, e a posição da linha da restrição orçamentária (bem como a posição do ponto E) tende a ficar mais para a horizontal com referência ao eixo das abscissas. Isso demonstra que o frango ficou mais barato que o peixe. O consumidor, então, em relação à limitação do seu orçamento, acabada diminuindo a sua demanda por peixe e tendendo a comprar mais frango.
IV. Estando o consumidor equilibrado com a cesta E, este consumidor maximiza a sua satisfação escolhendo esta cesta que contém uma determinada quantidade de frango e de peixe. Isso demonstra que a inclinação da linha do orçamento do consumidor é igual à inclinação da curva de indiferença e que a taxa marginal de substituição entre o frango e o peixe é maior do que a razão dos seus preços (ou seja, a razão entre o preço do frango e do peixe).
Em função dessas proposições, está correto o que se afirma em:
somente I, II e IV;
I, II, III e IV;
somente II e III;
somente I e IV;
somente I, II e III.
No que se refere às curvas de indiferença, o que melhor define a taxa marginal de substituição é:
a taxa marginal de substituição, de forma geral, não varia de ponto para ponto em uma dada curva de indiferença.
a importância que o consumidor dá ao bem Y em detrimento ao bem X.
a variação na satisfação do consumidor ao substituir o bem Y pelo bem X.
o número de unidades do bem Y que deve ser abandonada se o consumidor, após receber uma unidade extra do bem X, quiser manter-se em um nível constante de satisfação.
a variação no deslocamento da satisfação do consumidor de uma curva de menor satisfação para uma de maior satisfação.
Curvas de indiferença não mantêm relação com restrições orçamentárias ou preços dos bens envolvidos na análise.
Curvas de indiferença mostram a combinação do consumo de dois bens. Por exemplo, a curva de indiferença relativa a transporte urbano ou veículo próprio mostra os diferentes níveis de utilidade desses bens para determinado indivíduo.
A inclinação de uma curva de indiferença é denominada taxa marginal de substituição.
A respeito do estudo do comportamento do consumidor, que constitui fundamentação teórica para a análise da demanda de mercado, assinale a opção correta.
Supondo que biodísel e gasolina sejam bens substitutos, então, em resposta a uma queda no preço do biodísel, tanto o efeito renda como o efeito substituição contribuirão para aumentar a demanda de biodísel, sem alterar a procura de gasolina.
Nos restaurantes que servem refeições por quilo, no equilíbrio, os clientes consomem os alimentos disponíveis até o ponto em que a utilidade marginal é zero, de forma a maximizar sua utilidade total.
Para determinada restrição orçamentária, quando a utilidade marginal por real gasto, no consumo de dois bens quaisquer, difere, o consumidor poderia aumentar sua satisfação, expandindo o consumo do bem que apresentasse maior utilidade por real gasto e reduzindo o consumo daquele que tivesse menor utilidade marginal por real despendido.
É uma propriedade geral das curvas de indiferença do consumidor:
concavidade voltada para baixo.
quanto mais altas, menos preferíveis.
terem apenas um ponto de cruzamento entre elas.
apresentarem descontinuidades em alguns de seus pontos.
taxa marginal de substituição decrescente.
A posição e a forma das curvas de indiferença são determinadas tanto pelas preferências do consumidor como por seus níveis de renda e pelos preços dos bens consumidos, que prevalecem no mercado.
De acordo com o efeito substituição, as pessoas comprarão mais quando o preço diminui porque o poder de compra aumenta.
Ao longo de uma curva de indiferença, os consumidores confrontam-se com níveis distintos de utilidade e, por essa razão, não é possível avaliar as diferentes combinações de bens que caracterizam essa curva.
os insumos são substitutos perfeitos;
a função de produção exibe rendimentos de escala constantes;
estamos lidando com uma função de produção de proporções fixas;
a produtividade dos insumos é crescente;
a função de produção exibe rendimentos de escala variáveis.
Se as preferências dos congressistas estão distribuídas de forma radialmente simétrica, então pode-se afirmar que, na votação do orçamento, o conjunto vencedor — winset — é vazio.
Se todos os congressistas que votam o orçamento possuem preferências de pico único — single peakedness —, então há garantia de que o paradoxo de Condorcet não ocorrerá.
Considere o seguinte modelo de consumo:
C1 = - C2/(1 + r) + (Y1 - T1) + (Y2 - T2)/(1 + r) onde
C1 = consumo no período 1;
C2 = consumo no período 2;
Y1 = renda no período 1;
Y2 = renda no período 2;
T1 = impostos no período 1;
T2 = impostos no período 2;
r = taxa de juros.
Com base neste modelo, é incorreto afirmar que:
o consumo no período 1 depende da renda nos dois períodos.
alterações na taxa de juros não alteram o consumo no período 1.
se o consumidor depara com uma curva de indiferença intertemporal com concavidade voltada para cima, as restrições de crédito podem piorar o seu bem-estar
a equação apresentada é conhecida como restrição orçamentária intertemporal do consumidor em um modelo de dois períodos
desde que exista um sistema eficiente de poupança e crédito, o consumidor pode consumir mais no primeiro período do que a sua renda permite neste período
O teorema da impossibilidade de Arrow estabelece que não existe mecanismo de escolha coletiva que traduza preferências de indivíduos racionais em preferências da coletividade e que mantenha, simultaneamente, as propriedades de transitividade e independência das alternativas irrelevantes.