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A redução no tamanho médio dos estabelecimentos tem sido um fator extremamente importante na descentralização da estrutura industrial brasileira, pois ela é condição necessária para que haja um livre fluxo de capital e mão-de-obra entre diferentes regiões.
A evidência empírica é a de que a hipótese da convergência não vem se verificando na grande maioria dos países. A explicação de Lucas e Romer para esse fenômeno é a de que na presença de retornos crescentes, as vantagens iniciais dos países em desenvolvimento, historicamente determinadas, tendem a serem mantidas ou se expandirem.
Estratégias de desenvolvimento econômico embasadas na substituição das importações são mais eficientes porque exploram as vantagens comparativas dos países que as adotam.
As baixas taxas de consumo que caracterizam as economias mais pobres reduzem as taxas de investimento, comprometendo, assim, o crescimento de longo prazo dessas economias.
Quando comparada com a que prevalece nas economias desenvolvidas, a produtividade do trabalho tende a ser inferior nos países em desenvolvimento porque, neles, tanto a relação capital/trabalho como os níveis educacionais são mais baixos.
Um sistema de direitos de propriedades bem estabelecido constitui um incentivo ao investimento e à produção e, portanto, pode ajudar substancialmente o desenvolvimento econômico de um país.
De acordo com a escola das expectativas racionais, se as políticas monetárias forem completamente antecipadas pelos agentes econômicos, então, elas não afetarão os níveis de produção de emprego.
Na educação superior, a União ainda não conseguiu colocar em prática nenhum mecanismo de avaliação, quer dos cursos ministrados, quer dos alunos que concluem a graduação, apesar de o discurso do ministro da Educação ser insistente quanto à importância dos procedimentos avaliativos.
Ao contrário do que ocorre nos EUA, onde o poder público investe pesado na área, no Brasil a pesquisa científica é quase toda produzida nos laboratórios das grandes empresas, sendo majoritariamente financiada pela iniciativa privada.
Uma das críticas mais constantes que se faz ao governo federal diz respeito ao descaso com que trata o setor científico e tecnológico: além da ausência de uma política nacional para a área, não há, na estrutura político-administrativa do Estado brasileiro, um órgão responsável por esse estratégico campo.
Hoje, no Brasil, os municípios devem responsabilizar-se, prioritariamente, pelo ensino fundamental, e os estados, pelo ensino médio. Em termos de educação básica, a função do governo federal é mais suplementar – especialmente ajudando a financiá-la -, além de formular as políticas públicas para o setor, coordenar sua aplicação e avaliar o desempenho dos sistemas educacionais.