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Em relação aos chamados Planos Heterodoxos adotados no Brasil a partir dos anos 80 do século passado, podemos afirmar que:
foram elaborados a partir de critérios considerados tecnicamente corretos pelos economistas neoclássicos.
tiveram como um dos objetivos fundamentais o controle da inflação.
conseguiram implantar um orçamento fiscal equilibrado.
a correção monetária foi desativada nos contratos em geral a partir desses planos.
adotou-se a partir desses planos uma política cambial flutuante, sem intervenções do Banco Central.
O período anterior a 1980 é caracterizado pela ausência de competição externa, presença ativa do Estado e participação do capital estrangeiro.
No final dos anos 70 do século XX, a aceleração das pressões inflacionárias resultou, em parte, do aumento dos preços públicos, da desvalorização cambial e da indexação salarial, realizados no âmbito da heterodoxia delfiniana.
No período do milagre econômico — 1968 até 1973 —, as taxas de crescimento da agricultura, bem como aquelas do setor de bens não-duráveis, ficaram bem atrás das de outros setores, como a da construção civil e a da indústria de bens de consumo duráveis as quais, juntamente com a expansão do investimento das empresas estatais, constituíram as principais fontes de crescimento durante esse período.
Entre 1968 e 1973, o Brasil cresceu rapidamente, porém, o custo desse crescimento expressou-se por meio de taxas de inflação excessivamente elevadas.
No período que se estende de 1968 até 1973, o crescimento da economia brasileira foi liderado pela indústria de bens de consumo duráveis, pelo aumento do investimento das empresas estatais e pelo desempenho marcante do setor agrícola, que constituíram as principais fontes de crescimento, durante o período do "milagre econômico."
Constituem características da crise econômica do estado a perda da capacidade de investimento e a taxa negativa de poupança pública.
O crescimento da economia brasileira foi, até 1973/1974, liderado pela indústria de bens de consumo duráveis, destinados, majoritariamente, às camadas de poder aquisitivo médio e alto.
O chamado "milagre brasileiro", período que vai de 1968 a 1973, não pode ser caracterizado por:
altas taxas de crescimento econômico sustentadas por setores como o de bens de consumo duráveis e construção civil
um crescimento elevado apesar da manutenção do controle de demanda agregada por parte do governo como forma de combater a inflação
aproveitar-se inicialmente de capacidade ociosa existente na economia brasileira
um crescimento do endividamento brasileiro feito principalmente por empresas privadas
uma diversificação da pauta de exportações brasileiras