

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A privatização e a abertura econômica marcam importantes mudanças implementadas na economia brasileira, especialmente nos anos 90. Caracteriza essas reformas apenas a afirmativa:
os impactos da abertura comercial e da privatização foram pequenos, pois a privatização não propiciou a diminuição da dívida pública brasileira e a abertura comercial se restringiu a negociações de liberalização comercial com os países do Mercosul.
entre as razões que justificaram as privatizações, está a diminuição da capacidade estatal em fazer os investimentos necessários à ampliação das empresas estatais e dos serviços por elas fornecidos.
a abertura econômica foi caracterizada por ser uma abertura parcial, já que se restringiu aos aspectos comerciais, não afetando, por exemplo, as transações relativas ao Balanço de capitais.
após a abertura comercial, foram gerados déficits comerciais que só foram revertidos depois do Plano Real.
a privatização brasileira foi uma das maiores privatizações do período, tendo alcançado todas as empresas produtivas dos setores Siderúrgico, de Petróleo e Gás, Petroquímico e Financeiro do governo federal.
Quanto às privatizações conduzidas nas gestões Fernando Collor, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, é correto afirmar que:
houve grande interesse do capital estrangeiro nas privatizações dos setores de telecomunicações e bancário; nesses setores, foram privatizadas empresas como a Embratel e a Caixa Econômica Federal.
durante a gestão de Fernando Collor, o Plano Nacional de Desestatização foi considerado prioritário e na sua gestão, assim como na de Itamar Franco, os principais setores privatizados são o siderúrgico, petroquímico e de fertilizantes.
pode-se defi nir o processo de privatização brasileiro em fases, tendo-se iniciado pelas privatizações dos setores de energia e telecomunicações, já que são concessões públicas.
entre as justificativas para a privatização, estão alterações tecnológicas em alguns setores os quais, a partir dessas transformações, passaram a ser considerados monopólios naturais.
evitou-se a privatização dos setores de petróleo e gás e petroquímico por se tratar de setores considerados estratégicos.
O Programa Nacional de Desestatização, implantado pelo Governo Federal em 1990, apresenta como objetivo principal "a reordenação da posição estratégica do Estado na economia, transferindo à iniciativa privada atividades indevidamente exploradas pelo setor público" (Inciso I, art. 1º - Lei 8.031/90). Um dos objetivos do Programa é:
contribuir para a redução da dívida pública, concorrendo para o saneamento das finanças do Setor Público.
impedir que novos investimentos fossem transferidos ao Setor Externo.
iniciar um novo processo de produção vinculado ao Setor Primário da economia.
ampliar a intervenção do Governo em áreas de alta escala de produção.
A política de abertura comercial em condições de sobrevalorização cambial teve como resposta um intenso processo de reestruturação da industrial brasileira na década de noventa. Esse processo acarretou:
fechamento de linhas de produção consideradas não competitivas.
redução substancial da importação de bens de capital.
rigidez dos contratos de trabalho
especialização da produção industrial em atividades de alto valor agregado.
reduções de produtividade acompanhados de aumento do emprego.
O Plano Nacional de Desestatização representou um importante instrumento de implantação da privatização de empresas estatais. Ele foi promulgado no governo do presidente
Fernando Collor de Melo.
Itamar Franco.
Luis Inácio Lula da Silva.
Fernando Henrique Cardoso (1º mandato).
Fernando Henrique Cardoso (2º mandato).
Na década de 1990, a partir do Governo Collor, iniciou-se um processo de liberalização da economia, com a lenta e gradual diminuição das alíquotas aduaneiras e das restrições às importações, acompanhado pelo início de um processo de privatização das empresas estatais, principalmente no âmbito da União. A respeito desse processo de privatização, é correto afirmar:
Em relação ao comportamento das exportações brasileiras na década de 1990, é correto afirmar:
A participação das pequenas e médias empresas foi muito significativa para a determinação do desempenho exportador da economia brasileira na década de 1990.
Durante a década de 90, observou-se um ganho contínuo de participação das empresas nacionais na pauta de exportações brasileiras
Na década de 90, a concentração das exportações brasileiras em commodities minerais, agrícolas e industrializadas fez com que o resultado do balanço comercial ficasse condicionado pelo desempenho da economia e do comércio dos países em desenvolvimento.
A pequena participação de produtos com elevada intensidade tecnológica constituiu uma restrição estrutural da pauta de exportações brasileiras na década de 1990
Na década de 1990, observou-se um ganho contínuo de participação das empresas nacionais que exportam produtos com elevada intensidade tecnológica.
Considere as proposições, a seguir, relativas ao processo de desestatização ocorrido na economia brasileira nos anos 90:
I. A desvalorização cambial promovida pelo Governo no início de 1999 veio dar um novo impulso ao processo de privatização das empresas estatais dos setores de siderurgia e da indústria química.
II. A fase de privatização, na primeira metade da década de 1990, privilegiou o setor de serviços públicos, com destaque para os setores de telecomunicações e de energia elétrica.
III. O processo de privatização teve entre seus objetivos o de utilizar os recursos das vendas das estatais para reduzir o estoque da dívida pública e torná-lo menos sensível às variações das taxas de juros.
Está correto o que se afirma APENAS em
I.
II.
III.
I e II.
II e III.
O programa de privatizações no Brasil ocupou espaço essencial na política econômica da década de 90, do século passado. Sobre as características e efeitos deste programa, é falso afirmar que:
dentre os incentivos para a compra de estatais, o PND estabeleceu a aceitação, como forma de pagamento, das chamadas moedas de privatização (títulos da divida pública federal).
na segunda metade dos anos 1990, ocorrem também desestatizações no âmbito estadual, em especial nas áreas de energia e telecomunicações.
a privatização nos anos iniciais do Programa Nacional de Desestatização/PND (1990) começa por setores de infra-estrutura, especialmente energia elétrica e telecomunicações.
a Lei Geral das Telecomunicações, que criou o órgão regulatório do setor (Anatel) atribui signifi cativo impulso ao processo de privatização do setor de telecomunicações.
O método predominante de privatização no Brasil, nos períodos Sarney, Collor e Itamar, quando as vendas se deram por meio de blocos indivisíveis de ações ou de ativos foi:
a venda de ações na bolsa de valores;
o leilão de viva voz;
o leilão por envelope fechado;
a venda para concorrentes pré-qualificados, primordialmente empresas internacionais;
a venda para concorrentes pré-qualificados, primordialmente fundos de pensão de empresas estatais.
Na década de 1990, o predomínio das captações privadas constitui uma das características do endividamento externo brasileiro.
O processo de privatizações iniciou-se nos anos 80 e ampliou-se na década de 90. Nos anos 90, no âmbito do governo federal,
a privatização de empresas e a outorga de concessões para exploração de infra-estruturas de energia, transporte e comunicações foram objeto de licitação, na modalidade de leilão, considerando-se o maior valor oferecido à União.
a privatização de empresas e a outorga de concessões para exploração de infra-estruturas de energia, transporte e comunicações foram objeto de licitação na modalidade de leilão, considerando a menor tarifa a ser cobrada dos usuários pelo serviço.
o órgão máximo de deliberação sobre o processo de privatizações era o BNDES.
foram incorporados ao Programa Nacional de Desestatização ativos de propriedade dos governos estaduais.
foram incluídas no Programa Nacional de Desestatização, entre as empresas a serem privatizadas, todas as empresas federais da área de energia.
As grandes holdings federais nas áreas de energia elétrica, telecomunicações e transportes foram diretamente afetadas pelas reformas setoriais nos anos 90. Essas holdings (Eletrobrás, Telebrás, RFFSA, Portobrás)
foram criadas nos anos 50 em pleno processo de industrialização do país.
surgiram nos anos 70 com a expansão das estatais no âmbito do II Plano Nacional de Desenvolvimento.
foram criadas em diferentes décadas em função do contexto econômico e das políticas setoriais.
resultaram da reunião sob uma mesma estrutura de empresas privadas estatizadas.
eram operacionalmente deficitárias até as medidas de saneamento dos anos 90.
A partir dos anos 90, o Brasil passa a buscar uma maior inserção internacional na chamada globalização financeira. Este novo contexto de globalização tem as seguintes características, exceto:
intenso processo de desregulamentação financeira que, no Brasil, contribuiu para um maior acesso dos investidores estrangeiros ao mercado financeiro nacional.
deslocamento da poupança para os mercados de títulos, em especial aqueles com mercados secundários organizados.
forte crescimento das operações de crédito dos bancos comerciais, tendo em vista a solução para a crise da dívida externa ocorrida no final dos anos 80.
elevação da instabilidade das taxas de juros e de câmbio nos países ditos emergentes, a exemplo do Brasil, tendo em vista a existência dos capitais especulativos num contexto de crises internacionais.
maior possibilidade de financiamento de déficits em transações correntes pelos capitais de curto prazo. No Brasil, essa possibilidade foi particularmente importante para o sucesso do Plano Real.
A partir de 1990, o governo federal passou a controlar, diretamente, uma maior parcela dos recursos públicos, facilitando, assim, a tarefa de estabilizar a economia.
O programa de privatização brasileiro visava, por meio da venda dos ativos produtivos do setor público, gerar recursos que seriam destinados à redução do estoque da dívida pública.