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A escola keynesiana de macroeconomia afirma que, após um choque econômico, preços e salários apresentam uma rigidez que faz com que estes não consigam reajustar-se completamente e retornar a economia ao equilíbrio geral.
A principal crítica da escola clássica de macroeconomia a respeito dessa rigidez keynesiana diz quepreços e salários, em economias de mercado, flutuam após um choque econômico, porém, eventualmente, irão alcançar um patamar de forma a restaurar o equilíbrio geral da economia.
preços apresentam rigidez devido à inexistência de mercados perfeitamente competitivos, porém, quando a taxa de desemprego alcança um nível muito alto, os trabalhadores aceitam salários menores, e as firmas começam a contratar.
salários apresentam rigidez devido aos sindicatos, porém os preços sempre refletem a oferta e a demanda, e, portanto, não apresentam nenhuma rigidez.
rigidez de preços e salários, após um choque econômico, existe somente quando a população tem aversão ao risco.
rigidez de preços se baseia na suposição de que indivíduos e firmas são economicamente irracionais.
Com relação ao modelo clássico de determinação da renda, a alternativa correta é:
os trabalhadores lutam por salários nominais.
a curva de demanda agregada é infinitamente inelástica aos preços.
a política monetária altera a renda da economia.
a política fiscal altera o produto da economia.
a moeda é neutra.
A partir de 1870, há um deslocamento do centro de preocupações de grande número de economistas. Para determinados autores, este deslocamento é definido como revolução marginalista, pois a ideia central que o preside é o chamado princípio marginal. Neste sentido, leia as proposições abaixo e marque a alternativa correta.
I. A crítica que os economistas marginalistas enfatizaram sobre a teoria clássica, era de que os preços também dependiam de um certo grau de demanda, que por sua vez dependiam da satisfação dos consumidores em relação às mercadorias (bens e serviços), individualmente.
II. Os marginalistas forneceram modernos conceitos microeconômicos, utilizando ferramentas básicas de demanda e oferta, satisfação dos consumidores e uma base matemática para a utilização dessas ferramentas.
III. Os marginalistas mostraram também que em uma economia aberta, os fatores de produção – terra, trabalho e capital – têm retornos equitativos às suas contribuições para a produção. Este princípio foi, algumas vezes, utilizado para justificar a existência de distribuição de renda: os agentes ganhavam exatamente o que contribuíam para a produção.
I e II são verdadeiras e III é falsa.
I, II e III são falsas.
I, II e III são verdadeiras.
I e III são verdadeiras e II é falsa.
II e III são verdadeiras e I é falsa.
Leia as informações abaixo que se referem a duas das Escolas Econômicas e marque a alternativa correta.
I. Fundamentalmente, as mensagens da teoria desta Escola residem em dois pontos fundamentais, isto é, em se ter “escancarado” a visão dos economistas à dimensão da nação e do mundo, e em ter revelado a diferença de comportamento dos fatos macroeconômicos em face dos microeconômicos, mostrando o uso prático que se pode e deve fazer do estudo dos fatos macroeconômicos.
II. Os economistas desta Escola afirmavam: “o princípio regulador da vida econômica se encontra na livre concorrência, que por sua vez conduz à divisão do trabalho, sendo este o fator verdadeiramente produtivo, o verdadeiro agente da produção.” Por conseguinte, desenvolveram a sua famosa teoria do câmbio e o seu sistema de relações econômicas.
Estamos nos referindo, respectivamente, às escolas:
clássica e shumpeteriana.
neoclássica e marxista.
socialista e shumpeteriana.
marxista e keynesiana.
keynesiana e clássica.
Pela dicotomia clássica, a moeda é neutra em uma economia com desemprego dos fatores de produção.
Sobre a Escola Clássica (Liberalismo) é correto afirmar:
trata-se de um sistema econômico baseado na livre- -empresa, mas com acentuada participação do Estado na promoção de benefícios sociais, com o objetivo de proporcionar padrões de vida mínimos, desenvolver a produção de bens e serviços sociais, controlar o ciclo econômico e ajustar o total da produção, considerando os custos e as rendas sociais.
admite, por princípio, que a ação do Estado deve restringir-se ao mínimo indispensável, como a defesa militar, a manutenção da ordem, a distribuição da justiça e pouco mais, pois a iniciativa privada faz melhor uso dos recursos públicos.
deu-se a partir das décadas de 1980 e 1990, a reboque da crise fi scal, do início do processo de globalização da economia e da ineficiência do Estado na produção de bens e serviços.
de caráter nacionalista e intervencionista, preconiza para o Estado uma política econômica e financeira fundada na maior posse de dinheiro e metais preciosos, acreditando que nisso reside a base da prosperidade.
corresponde fundamentalmente às diretrizes estatais aplicadas nos países desenvolvidos por governos social- -democratas. Nos Estados Unidos, certos aspectos de seu desenvolvimento ocorreram, particularmente, no período de vigência do New Deal.
No modelo clássico (neoclássico), a oferta agregada de pleno emprego é determinada no ponto onde a(o):
produtividade marginal do trabalho iguala a desutilidade marginal do trabalho.
produtividade marginal do trabalho iguala a utilidade marginal do trabalho.
velocidade de circulação da moeda iguala a oferta real de moeda.
salário real iguala a oferta real de moeda.
salário real iguala o nível geral de preços.
De acordo com a visão clássica, políticas monetárias expansionistas são, no longo prazo, inoperantes porque se traduzem em um nível de preços mais elevado, de forma a garantir o equilíbrio no mercado monetário.
No longo prazo, uma curva de oferta agregada vertical é compatível com as idéias dos economistas clássicos.