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Inovações financeiras, como a disseminação de caixas automáticos, provocam um deslocamento ao longo da curva de demanda de moeda e contribuem, assim, para reduzir as taxas de juros.
A existência de uma correlação positiva, no longo prazo, entre o crescimento da oferta de moeda e as taxas de inflação é consistente com as predições derivadas da teoria quantitativa da moeda.
De acordo com a visão keynesiana, a expansão do estoque monetário não altera a demanda agregada porque as taxas de juros caem, o que provoca expansão do investimento planejado, que é compensada pela redução do consumo corrente.
Segundo a teoria keynesiana, quando ocorre uma alta da taxa de juros, o custo de oportunidade de detenção de moeda aumenta, reduzindo, assim, a velocidade de circulação da moeda.
A demanda de moeda, em decorrência das razões para a retenção desse ativo, relaciona-se diretamente com a renda real e com a taxa de juros.
Como a velocidade-renda da moeda é constante, conforme postula a teoria quantitativa da moeda, a taxa de inflação é controlada pelo BACEN, visto que é essa instituição que controla, também, a oferta monetária.
Em um regime de câmbio fixo, a quantidade de reservas internacionais possuídas pelo Banco Central do Brasil (BACEN) não afeta as expectativas dos agentes econômicos com relação a manutenção da estabilidade da taxa de câmbio.