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Uma firma, em concorrência perfeita, apresenta um custo total (CT) igual a 2 + 4q + 2q2, sendo q a quantidade vendida do produto. O preço de mercado de seu produto é igual a 24. O lucro máximo que essa empresa pode obter, nessas condições de mercado, é
Se uma distribuidora de gasolina e produtos derivados de petróleo está produzindo em um ponto em que as produtividades marginais dos insumos, ponderadas pelos seus respectivos preços, são iguais, é correto afirmar que essa empresa está minimizando seus custos.

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k.(L/K)
k.(K/L)
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Uma função de produção do tipo x = ay1 αy2 βy3 γ (α > 0; β > 0; γ > 0; a>0), onde x é o fluxo de produção por unidade de tempo, y1, y2, y3 as quantidades aplicadas dos fatores ou insumos por unidade de tempo, apresenta:
Rendimentos constantes de escala quando: α + β < 2; e α + γ = 1.
Rendimentos decrescentes de escala quando: α + β + γ < 1.
Rendimentos decrescentes de escala quando: α + β + γ = 1.
Rendimentos crescentes de escala quando: α + β + γ = 0,5.
Suponha uma economia em que se produz dois bens, X e Y, utilizando trabalho (L), com produtividades médias e marginais constantes em ambas produções. Sabemos que a produtividade marginal no setor X é 4 (quatro) [PMg(Lx) = 4] e que no setor Y é 8 (oito) [PMg(Ly) = 8]. Quantas unidades de Y há que se deixar de produzir para aumentar a produção de X em 24 (vinte e quatro) unidades?
46,8.
48,6
84
48.
A existência de economias de escopo na produção de determinados bens é compatível com a utilização de processos produtivos que envolvam deseconomias de escala.
Em um mapa de ISOQUANTAS, se nos deslocamos ao longo de uma mesma curva, temos distintas:
combinações de fatores produtivos para obter a mesma quantidade de produto.
relações marginais de substituições entre os bens para diferentes níveis de produção e custo.
funções de produção, de custo e de isocusto.
funções de produção combinadas a uma única função de produção e de isocusto.
Considere um bem Y, que se produz utilizando trabalho (K), e cuja função de produção é:
PM(K) = 04; PMg(K) = 35.
PM(K) = 10; PMg(K) = 5.
PM(K) = 15; PMg(K) = 2.
PM(K) = 10; PMg(K) = 10.
Modificando-se as hipóteses da questão anterior de modo a contemplar a existência de impostos sobre o lucro das empresas e a existência de custos de falência, é correto afirmar que
por um lado, um maior endividamento por parte da empresa gera benefícios fiscais a seus acionistas, por outro lado, esse endividamento aumenta os custos de falência.
é do interesse dos acionistas que o grau de endividamento da empresa seja o menor possível.
há um nível ótimo de alavancagem financeira que é igual para todas as empresas.
empresas que têm a maior parte de seu capital na forma de ativos intangíveis tendem a apresentar uma alavancagem financeira mais elevada.
o risco para aqueles que emprestam dinheiro para uma empresa não depende da composição de seu capital entre capital próprio e capital de terceiros.
A função (iii) é a única estritamente côncava e não monotônica.
A função de produção (i) apresenta rendimentos constantes de escala.
A função de produção (iv) é a única que apresenta rendimentos constantes de escala.
Nenhuma das funções acima é compatível com a hipótese do livre descarte (free disposal).
Todas as funções acima são homotéticas.
No problema de minimização de custos, o equilíbrio de custo mínimo ocorre quando as linhas de isocusto tangenciam a isoquanta mais elevada.
Uma agência reguladora deve definir a forma de cobrança por serviços de telefonia de uma empresa. Duas alternativas são consideradas: a cobrança de um preço constante por unidade de serviço prestado e a combinação de uma tarifa fixa mais um preço por unidade de serviço prestado (tarifa em duas partes). Sabe-se que a receita que a empresa regulada obteria, caso cobrasse por seus serviços um preço unitário igual ao seu custo marginal, não é suficiente para cobrir seus custos. Sem maiores informações, pode-se afirmar que, para estruturas de tarifa em duas partes e para preços constantes por unidade de serviço que façam com que a empresa prestadora do serviço não tenha prejuízo,
é possível encontrar uma tarifa fixa e um preço por unidade de serviço que, combinados, garantam que o serviço seja fornecido com custo de eficiência inferior ao que seria gerado caso a cobrança se baseasse apenas em um preço por unidade de serviço.
a cobrança de uma tarifa fixa sempre leva a um resultado socialmente superior à cobrança baseada exclusivamente em um preço constante por unidade de serviço, independentemente dos valores da tarifa fixa e do preço por unidade de serviço.
sempre é possível fazer com que o máximo de eficiência na provisão do serviço seja obtido com a cobrança da tarifa em duas partes.
nunca é possível fazer com que o máximo de eficiência na provisão do serviço seja obtido com a cobrança da tarifa em duas partes.
a cobrança da tarifa em duas partes sempre leva a um resultado socialmente inferior à cobrança baseada exclusivamente em um preço constante por unidade de serviço, independentemente dos valores da tarifa fixa e do preço por unidade de serviço.
São considerados como remuneração dos fatores de produção trabalho, capital de empréstimo, capital de risco e propriedade física dos bens de capital, respectivamente,
salário, lucros, lucros e lucros.
salário, aluguéis, juros e lucros.
salário, juros, lucros e aluguéis.
salário, juros, juros e juros.
aluguéis, juros, lucros e lucros.
Se a produtividade marginal do trabalho é decrescente e os preços do trabalho e do produto triplicam, a produção que maximiza os lucros de uma empresa em Concorrência Perfeita:
permanecerá constante.
poderá diminuir, porém em nenhum caso poderá cair mais que 3/3.
triplicará se a elasticidade da demanda de mão-de-obra for igual a 1,8.
A Razão Benefício/Custo é um indicador de grande valia para a análise de investimentos aplicados em projetos econômicos e sociais, principalmente em projetos públicos, em que a principal meta do Governo é a geração de efeitos positivos (emprego/ renda) ou o controle de efeitos negativos (poluição ambiental). Assim sendo, considera-se que um projeto apresenta viabilidade quando apresenta a seguinte estrutura:
-Existem duas seqüências de fluxo de caixa sendo, uma de benefícios vb (i) e outra de custos vc (i) em que a razão benefício/ custo ou r(i) < 1 ou vb (i) ÷ vc (i) < 1
Existem duas seqüências de fluxo de caixa sendo, uma de benefícios vb (i) e outra de custos vc (i) em que a razão benefício/ custo ou r(i) = 1 ou vb (i) ÷ vc (i) = 1
Existem duas seqüências de fluxo de caixa sendo, uma de benefícios vb ( ) e outra de custos vc (i) em que a razão benefício/ custo ou r(i) ≤ 1 ou vb ( i ) ÷ vc (i) ≤1
Existem duas seqüências de fluxo de caixa sendo, uma de benefícios vb ( i ) e outra de custos vc (i) em que a razão benefício/ custo ou r(i) ≠ 1 ou vb ( i ) ÷ vc (i) ≈1
Existem duas seqüências de fluxo de caixa sendo, uma de benefícios vb (i) e outra de custos vc (i) em que a razão benefício/ custo ou r(i) > 1 ou vb ( i ) ÷ vc (i) > 1
Considere a função de produção dada pela expressão a seguir

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β.
k + β.

Considere uma função de produção agregada Y=F(L,K), na qual Y é o Produto, L a força de trabalho e K o estoque de capital que, pelo teorema de Eüler, tenha diferencial total dada por:
Nesse caso, a distribuição de Renda é:
injusta porque o Capital se apropria da Renda;
injusta porque o trabalho se apropria da Renda;
justa porque a tecnologia determina adequada combinação de fatores;
justa porque a participação dos fatores na Renda se determina por suas produtividades marginais;
justa porque a participação dos dois fatores no Produto se dá nas mesmas proporções.
Considere a situação em que quando aumentamos o emprego de todos os fatores em uma determinada proporção, o produto cresce numa proporção ainda maior. Essa situação refere-se
à existência de deseconomias de escala.
a uma função de produção homogênea de primeiro grau.
à existência de rendimentos crescentes de escala.
a pontos acima da curva de possibilidade de produção.
a uma função de produção com rendimentos constantes de escala.