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Considere o que se informa em Lima, M. ET. al., 2012.
(LIMA, M. et al. Signos, significados e práticas de manejo da crise em Centros de Atenção Psicossocial. Interface - Comunic.,Saude, Educ., v.16, n.41, p.423-34, abr./jun. 2012)
Sobre as tecnologias para o cuidado da crise de usuários em dispositivos substitutivos de cuidado em saúde mental, particularmente em centros de atenção psicossocial (CAPS), é CORRETO afirmar:
Dispositivos tecnológicos do cuidado devem ser suficientemente flexíveis e articulados para se adaptar às necessidades que surgem na emergência das crises.
O uso de tecnologias leves não é eficiente para lidar com dores tão pesadas.
O atendimento em grupo é soberano na avaliação clínica dos usuários, devendo o atendimento individual ser utilizado somente em casos extremos.
Relações vinculares sólidas e estratégias de cuidado seguras e corajosas não subsidiam a contenção de acontecimentos que indicam uma situação de desordem, de desestruturação e de caos.
Embora os indivíduos escolham as atividades por conta das suas afinidades e desejos, é fundamental que estas escolhas recebam direcionamento profissional para de fato tornar o procedimento terapêutico.