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Homem de 50 anos, tabagista, sedentário e com diabetes mellitus, chegou à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta de enfermagem. A enfermeira realizou a estratificação de risco cardiovascular (RCV). Segundo o “Caderno de Atenção Básica n° 37” (BRASIL, 2014), em relação à utilização do escore de Framingham, nesse caso específico, é correto afirmar que:
não há necessidade de calcular o escore de Framingham, pois esse paciente é considerado como alto RCV
há necessidade de calcular o escore de Framingham, além de coletar informações sobre IMC e histórico familiar
não há necessidade de calcular o escore de Framingham, pois esse paciente é considerado como baixo RCV
há necessidade de calcular o escore de Framingham, além de coletar informações sobre exames de LDLc, HDLc e PA