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O agente comunitário de saúde (ACS) procurou a enfermeira de sua Equipe de Saúde da Família para relatar que, em visita domiciliar à casa de um homem de 24 anos, o encontrou muito irritado e inquieto. Ele relatou estar há cerca de três dias sem comer ou dormir, porque “as vozes não deixam”. O paciente é acompanhado pela Equipe Saúde da Família e está cadastrado no CAPS do território, embora não compareça ao serviço há alguns meses, mantendo assim um acompanhamento irregular. Nesse caso, a conduta indicada, consiste em:
solicitar agenda para atendimento com psiquiatra em Unidade Básica de Saúde para iniciar acompanhamento ambulatorial
encaminhar o paciente para os espaços de escuta e apoio disponíveis na Unidade Básica de Saúde, a fim de construir um PTS condizente com a clínica dos transtornos mentais na atenção primária
encaminhar o paciente para um pronto-socorro que disponha de atendimento psiquiátrico, a fim de viabilizar o seu encaminhamento para a internação em local apropriado e seguro até a estabilização dos sintomas positivos e da agitação psicomotora
entrar em contato com o agente matriciador para que este possa organizar, rapidamente e em conjunto com o CAPS, uma visita domiciliar ao paciente para avaliar a situação e encaminhar conduta clínica, evitando o encaminhamento para a instituição fechada