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Saúde não é um “bem de troca”, mas um “bem comum” e um direito social. Cada um e todos devem ter assegurados o exercício e a prática do direito à saúde, a partir da aplicação e utilização de toda a riqueza disponível, conhecimentos e tecnologia desenvolvidos pela sociedade nesse campo, adequados às necessidades comuns, que abrangem a promoção e proteção da saúde, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação de doenças.
Considerando o texto acima, sobre o processo saúde-doença, é INCORRETO afirmar:
O processo saúde-doença representa o conjunto de relações e variáveis que produz e condiciona o estado de saúde e doença de uma população, que se modifica nos diversos momentos históricos e do desenvolvimento científico da humanidade.
Os estudos sobre doença de Louis Pasteur na França, entre outros, determinam a “teoria da unicausalidade”, com a descoberta dos micróbios (vírus e bactérias) e, portanto, do agente etiológico, ou seja, aquele que causa a doença.
Estudos e conhecimentos provindos principalmente da epidemiologia social nos meados do século XX esclarecem melhor a determinação e a ocorrência das doenças em termos individual e coletivo.
O processo saúde-doença, embora se concretize na sociedade, não se constitui como expressão particular do processo geral da vida social, pois se realiza em estados estanques e isolados, de causa-ação aleatória e determináveis de modo objetivo.
Processo saúde-doença é a determinação unívoca dos conceitos do que é ser ou estar doente e do que é ser ou estar saudável.