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As transformações econômicas, sociais, sanitárias e culturais, aliadas ao crescente urbanismo e dificuldade de mobilidade social, vêm alterando o perfil da população brasileira com o aumento no número de obesos. O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com maior prevalência de obesidade, associada a enfermidades cardiovasculares como: hipertensão arterial sistêmica (HAS), doença arterial coronariana (DAC), diabetes mellitus (DM), dislipidemia e alguns tipos de câncer.
Com relação à obesidade, é INCORRETO o que se afirma em:
A obesidade, segundo o índice de massa corpórea (IMC), recebe a seguinte classificação: Sobrepeso (pré-obeso) - IMC 25-29,9 kg/m2; Obesidade I - IMC 30-34,9 kg/m2 (Classe I até 35 kg/m2 ), Obesidade II (grave) - IMC 35-39,9 kg/m2, Obesidade III (muito grave) - IMC ≥40 kg/m2, e Obesidade IV (gravíssima) - IMC ≥42 kg/m2.
A hipertensão arterial sistêmica (HAS), o diabetes mellitus (DM), a doença arterial coronariana (DAC), a apneia do sono e a hepatopatia gordurosa não alcóolica são condições de risco associadas à obesidade.
O tratamento não farmacológico para a obesidade inclui: planejamento alimentar, dieta com redução calórica, exercícios físicos, ingestão de carboidratos, proteínas e gorduras, com proporções específicas, exercícios físicos, redução do sedentarismo; além da diminuição do consumo de álcool, refrigerantes e sucos industrializados.
O tratamento farmacológico para a obesidade inclui medicamentos que apresentam eventos adversos e contraindicações.
A mudança no estilo de vida, os exercícios, os medicamentos para redução de peso e o tratamento cirúrgico da obesidade são indicados para o paciente com IMC >40 kg/m2 – não responsivo à dieta.