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A magnitude e o alto poder incapacitante da Hanseníase mantêm a doença como um problema de saúde pública (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2018).
Sobre a Hanseníase, é CORRETO afirmar que:
Considera-se contato domiciliar toda e qualquer pessoa que conviva ou tenha convivido em relações sociais (familiares ou não), de forma próxima e prolongada com o caso notificado.
O resultado positivo de uma baciloscopia classifica o caso como Multibacilar (MB). O resultado negativo exclui o diagnóstico clínico da hanseníase ou classifica o doente obrigatoriamente como Paucibacilar (PB).
As alterações hormonais da gravidez causam diminuição da imunidade celular, fundamental na defesa contra o M. leprae. Os esquemas padrão de poliquimioterapia (PQT), para tratamento da hanseníase, não têm sua utilização recomendada para gestantes.
Classificar os pacientes é muito importante, pois tratar um paciente multibacilar erroneamente como paucibacilar pode agravar a condição de saúde do paciente e prejudicar o controle epidemiológico da hanseníase.
A ocorrência de reações hansênicas contraindica o início da poliquimioterapia (PQT), implica sua interrupção e não é indicação de reinício de PQT, se o paciente já houver concluído seu tratamento.