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É uma doença, predominantemente, ocupacional, infectando pessoas que trabalham em granjas e matadouros, sendo mais frequente, na população masculina. Há casos esporádicos em consumidores de leite cru e seus derivados (em especial queijos brancos não pasteurizados). Também há casos de criadores de cães infectados. É uma doença subdiagnosticada e subnotificada devido à estrutura ainda pequena para diagnóstico em humano.
Considerando a patologia mencionada na questão anterior, sobre a prevenção da doença o Técnico de Enfermagem do Trabalho deve orientar tratadores de animais, funcionários de frigoríficos e médicos veterinários, especificamente, que
a lavagem das mãos e do rosto, constantemente, é a medida mais eficaz.
todos devem receber a vacina humana contra a doença, já disponível pelo Ministério da Saúde.
o uso correto de EPIs, durante a prática profissional, especialmente as luvas, visores e aventais, é essencial.
devem fazer o controle toxicológico mensalmente, conforme recomendação do Ministério do Trabalho, sobre os índices de imunidade à doença.
o tratamento pré-exposição, frente à doença, é essencial, sendo o método mais eficaz de prevenção.