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Devido à sua alta prevalência, a obesidade ganhou destaque na agenda pública nacional e internacional nas últimas décadas. Sobre a obesidade, é INCORRETO afirmar:
A Política Nacional de Alimentação e Nutrição definiu diretrizes para organizar as ações de prevenção e tratamento da obesidade no SUS desde a década de 1990. Em 2013, o Ministério da Saúde estabeleceu a linha de cuidado para obesidade como parte da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.
A obesidade é uma doença multifatorial, que inclui diversos fatores relacionados com o estilo de vida do indivíduo, como a dieta e o exercício físico, além dos fatores genéticos, epigenéticos, ambientais e sociais.
Em consonância com a Organização Mundial de Saúde, o Ministério da Saúde estabelece como diagnóstico de Obesidade de Grau 1 a ocorrência, no adulto, de um Índice de Massa Corporal maior ou igual a 30 e menor que 35 kg/m2.
Na Atenção Básica, o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento dos casos de obesidade são atribuições privativas de médicos e nutricionistas, e cabe ao enfermeiro o acompanhamento e o controle das doenças associadas à obesidade, tais como Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus.
Os casos mais graves de obesidade deverão ser assistidos em serviços de Atenção Especializada, ambulatorial ou hospitalar, contudo, é importante que as equipes de Atenção Básica mantenham o vínculo com os indivíduos do seu território.