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USE O CASO ABAIXO PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 49 E 50.
A enfermeira da Unidade de Saúde da Família (USF) da comunidade da Alta Baiana realizou a primeira consulta do recém-nascido do sexo masculino preconizada pelo Ministério da Saúde, cuja mãe era primípara e tinha 22 anos. Estava com muitas dúvidas e a enfermeira usou o momento para estreitar os laços e vínculo com a mãe e fazer as orientações sobre os cuidados necessários com o bebê e com a própria mãe. Realizou um exame físico completo no bebê, assim como preconiza o Caderno de Atenção Básica 33 e identificou que o bebê estava com 2.900g. A mãe, ao receber a notícia ficou muito preocupada, pois seu bebê nasceu com 3.150g. Ao continuar a avaliação, a enfermeira evidenciou que não havia testículo palpável e, ademais, verificou que a criança movimentava-se bem, tinha uma frequência cardíaca de 130 batimentos por minuto, 45 murmúrios respiratórios por minuto, temperatura corporal de 35,8ºC, além do relato da mãe de um episódio de êmese na noite anterior.
Sobre o atendimento realizado pela enfermeira, assinala a alternativa CORRETA quanto à conduta adequada:
Encaminhar a criança para a consulta médica na própria USF, por estar com taquicardia, um sinal de perigo (130 bpm).
Agendar o próximo atendimento na própria unidade em tempo preconizado, por não haver nenhum sinal de perigo.
Encaminhar imediatamente à cirurgia pediátrica devido a criptorquidia e orientar a mãe que testículos não palpáveis representam uma anomalia congênita.
Encaminhar a criança à urgência e emergência devido à taquipneia (45 mrm), explicando a mãe que o máximo para a idade do bebê é de 40 mrm.
Encaminhar a urgência em função do episódio de êmese na noite anterior, pois na primeira semana de vida esse pode ser um sinal de perigo.