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Um enfermeiro da ESF constatou, junto com sua equipe, que um usuário em situação de rua não tem ido à unidade de saúde tomar suas medicações para tratamento da tuberculose, conforme protocolo do Ministério da Saúde, e nem tem ido ao CAPS III, onde também é acompanhado. Devido às dificuldades vivenciadas pela equipe no manejo das situações e complexidade do caso, o enfermeiro convocou o NASF e o CAPS de referência, solicitando discussão de caso para abordar e conduzir as situações, bem como a elaboração de um diagnóstico ampliado que contemple os aspectos biopsicossociais; a elaboração de metas de curto, médio e longo prazo; divisão de responsabilidades entre a equipe da ESF, do NASF e do CAPS; e a reavaliação das ações. Após essa discussão de caso, o enfermeiro e a equipe compreenderam a necessidade de estarem no território para viabilizar a continuidade do tratamento, já que há relatos de que o paciente estaria em circulação pela comunidade. Nesse caso, as ações que competem ao enfermeiro são:
participação nas estratégias de matriciamento, elaboração da Sistematização da Assistência de Enfermagem e visita domiciliar
articulação em rede intersetorial, participação da Sistematização de Assistência de Enfermagem e busca ativa
participação nas ações de matriciamento, elaboração do Projeto Terapêutico Singular e busca ativa
articulação em rede de saúde, construção do Projeto Terapêutico Singular e visita domiciliar