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A ocorrência de febre acima de 38,5 ºC, após a administração de uma vacina, constitui contraindicação à dose subsequente.
A forma mais comum de transmissão da hepatite por via fecal-oral, de veiculação hídrica, pessoa a pessoa (contato intrafamiliar e institucional), com alimentos contaminados e objetos inanimados é principalmente observada na hepatite:
Fulminante.
Crônica.
Tipo A.
Tipo B.
Tipo C.
O Programa Nacional de Imunizações oferece vacinas para a prevenção das Hepatites A e B.
De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação (2019), a vacina Hepatite A deve ser administrada na seguinte idade da criança:
9 meses.
12 meses.
15 meses.
18 meses.
A primeira dose da vacina contra hepatite A é administrada a partir dos:
9 (nove) meses.
15 (quinze) meses.
12 (doze) meses.
18 (dezoito) meses.
Considerando-se a Portaria de Consolidação nº 5/2017, em relação a algumas vacinas, analisar os itens abaixo:
I. Ao nascer, a criança deverá receber a primeira dose da vacina contra a meningocócica C.
II. Adolescentes com idades de 10 a 19 anos deverão receber uma dose e um reforço único da vacina da febre amarela após 10 anos, a depender da situação vacinal.
III. Adultos com idade de 20 a 59 anos deverão receber a cada 10 anos o reforço da vacina Dupla Adulta.
Está(ão) CORRETO(S):
Nenhum dos itens.
Somente os itens I e II.
Somente os itens I e III.
Somente os itens II e III.
Todos os itens.
Em relação à vacina da Hepatite A, é correto afirmar:
A idade máxima para aplicação da vacina é até 2 anos.
É realizada uma dose aos 2 anos de idade e um reforço aos 4 anos de idade.
É realizada uma dose aos 15 meses ou até 4 anos, 11 meses e 29 dias.
É realizada uma dose aos 15 meses apenas.
Nenhuma das alternativas.
O Ministério da Saúde recomenda que devem ser solicitados na primeira consulta de prénatal os seguintes exames complementares, exceto:
Tipagem sanguínea e fator Rh.
Exame de urina e urocultura.
Sorologia para hepatite A.
Glicemia de jejum.
De acordo com o Programa Nacional de Imunização (PNI), as vacinas ofertadas na rotina dos serviços de saúde são definidas nos calendários de vacinação. Sobre o que nele se estabelece, analise os itens abaixo:
I. Os tipos de vacinas.
II. O número de doses do esquema básico e dos reforços.
III. A idade para a administração de cada dose.
IV. O intervalo entre uma dose e outra no caso do imunobiológico, cuja proteção exija mais de uma dose.
Está(ão) CORRETO(S)
IV, apenas.
II e III, apenas.
III e IV, apenas.
II e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Sobre a vacina de Hepatite A, é correto afirmar que
a vacina deverá ser conservada sob refrigeração, à temperatura de +2°C a +8°C., podendo ser congelada.
a dose é de 0,5 mL, por via intramuscular, no músculo vasto lateral da coxa, podendo eventualmente ser administrada por via subcutânea.
a vacina não pode ser administrada concomitantemente com as vacinas de vírus vivos atenuados.
as vacinas hepatite A inativadas provaram estar entre as mais imunogênicas, seguras e bem toleradas.
no calendário do programa nacional de imunização, as crianças menores de um ano devem receber a vacina aos 03 e aos 05 meses de vida.
Com base nesse caso clínico e considerando o que estabelece a portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016, a hepatite A deve ser notificada
imediatamente (em até 24 horas) à Secretaria Municipal de Saúde.
semanalmente à Secretaria Municipal de Saúde.
quinzenalmente à Secretaria Estadual de Saúde.
imediatamente (em até 48 horas) à Secretaria Estadual de Saúde.
Sobre a hepatite A, considere as afirmativas abaixo.
I | A hepatite A pode ser transmitida por sexo oral-anal, quando há contato da boca de uma pessoa sadia com o ânus de outra portadora da infecção crônica da doença. |
II | A melhor estratégia de prevenção da hepatite A é a vacinação por via IM da anti Hepatite A que deve ser administrada a partir dos 6 meses de vida da criança. |
III | Na maioria dos casos, a doença é autolimitada e de caráter benigno, sendo que a insuficiência hepática aguda grave ocorre em menos de 1% dos casos. |
IV | A principal via de contágio do vírus da hepatite A é a fecal-oral, por contato inter-humano ou por água e alimentos contaminados. |
Estão corretas as afirmativas:
III e IV.
I e IV.
II e III.
I e II.
A vacina contra Hepatite A, introduzida no calendário vacinal em 2014 para todas as crianças, deve ser administrada em dose única aos:
9 meses.
12 meses.
15 meses.
18 meses.
4 anos.
As vacinas preconizadas pelo PNI e disponibilizadas a toda clientela infantil, gratuitamente, incluem todas as vacinas recomendadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria, a vacina meningocócica conjugada, a vacina contra a hepatite A e a pneumocócica heptavalente.
O Ministério da Saúde, em seu Manual de Vacinação, tem como objetivo, em primeira instância,
controlar as doenças endêmicas.
controlar as doenças imunopreviníveis.
garantir à população a qualidade das vacinas.
garantir a boa cobertura vacinal no grupo infantil.
vacinar somente mulheres com gestação de risco.
As três doenças consideradas imunopreveníveis são:
sarampo, blastomicose e raiva humana.
tuberculose, leishmaniose e gripe.
meningite meningocócica, caxumba e escarlatina.
rubéola, hepatite B e febre tifóide.
malária, tuberculose e tétano.
É responsabilidade do Ministério da Saúde definir as vacinas de caráter obrigatório em todo o território nacional ou em determinadas regiões do país, de acordo com o comportamento epidemiológico das doenças preveníveis por vacinação. O Programa Nacional de Imunizações (PNI), que organiza e disciplina as ações de vacinação executadas em todo o território nacional, estabelece como prioritária a administração, no primeiro ano de vida, para as crianças nascidas no Município de Curitiba, dos seguintes imunobiológicos:
Vacina Salk contra a poliomielite, vacina tríplice bacteriana (DTP), vacina contra a tuberculose, vacina contra a hepatite B e vacina contra o Haemophilus influenza tipo b (Hib).
Vacina oral contra a poliomielite, vacina tríplice bacteriana (DTP), vacina contra a tuberculose, vacina contra a hepatite B e vacina contra o Haemophilus influenza tipo b (Hib).
Vacina contra a hepatite B, vacina contra o Haemophilus influenza tipo b (Hib), vacina contra a febre amarela e vacina tríplice bacteriana (DTP).
Vacina oral contra a poliomielite, vacina tríplice bacteriana acelular (DTPa), vacina contra a tuberculose, vacina contra a hepatite A e vacina contra o Haemophilus influenza tipo b (Hib).
Vacina oral contra a poliomielite, vacina contra a febre amarela, vacina contra a hepatite A e contra a tuberculose.
A administração de vacinas confere proteção contra os diferentes agentes causadores de doenças. As vacinas constituem um dos maiores êxitos da história da saúde por serem o método mais eficaz para prevenir determinadas infecções. Sendo assim, quando o enfermeiro atende uma adolescente grávida, precisa estar atento ao esquema de vacinação desta adolescente. Marque a atitude que deve ser indicada pelo enfermeiro.
Adolescente grávida deve receber apenas a vacina contra Hepatite B.
Adolescente grávida, com a vacina DT em dia, mas recebeu sua última dose á mais de 5 anos, deve receber uma dose de reforço.
Adolescente grávida, com a vacina DT em dia, mas recebeu sua última dose á mais de 5 anos, não precisa fazer dose de reforço.
Adolescente grávida, com a vacina DT em dia, mas recebeu sua última dose á mais de 5 anos, deve refazer o esquema de vacina.
Adolescente grávida, com a vacina DT em dia, mas recebeu sua última dose á mais de 5 anos, deverá aguardar mais 5 anos para fazer o reforço.
O esquema internacional recomendado de vacinação independe dos fatores de risco do paciente.
Os programas de vacinação têm reduzido grandemente a morbidade e a mortalidade associadas a numerosas doenças infecciosas.
A vacinação para a gripe, embora menos eficaz nos idosos, diminui a gravidade da doença naqueles que se tornam infectados, sendo 50 a 70% eficaz na prevenção da pneumonia e da hospitalização por esta causa, e 80% eficaz na prevenção da morte por esta causa.
As recomendações quanto à vacinação de adultos são designadas para proteger as pessoas com doenças subjacentes que aumentam seu risco para doença infecciosa, aquelas com potencial para exposição ocupacional e aquelas que podem estar expostas ao agente infeccioso durante viagens.