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Numa consulta de enfermagem para aconselhamento sobre anticoncepção, uma paciente de 38 anos manifesta o desejo de usar anticoncepcional injetável mensal. Ela é fumante, com frequência de 30 a 40 cigarros dia, e hipertensa leve, sob controle. A enfermeira orienta que ela não se enquadra nos pré-requisitos para utilização deste método, explicando os riscos à sua saúde associados ao seu quadro clínico. Do ponto de vista ético, a enfermeira
restringiu o princípio da autonomia e o direito da paciente de decidir sobre seu corpo.
respeitou o princípio da beneficência, desaconselhando a escolha da paciente.
primou pela não maleficência, zelando pelo menor prejuízo à saúde da pessoa.
exerceu a equidade, aplicando esforços para os que estão em maior risco de adoecer.
agiu com negligência por não contraindicar claramente a escolha da paciente.