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A finalidade principal do dispositivo conhecido como tubo de queda, que pode ser instalado em poços de visita de uma rede coletora de esgotos, é:
permitir a limpeza e a desobstrução do coletor afluente ao poço de visita.
permitir a retenção de sólidos no fundo do poço de visita
efetuar o escoamento como um sifão invertido.
ligar um coletor afluente, que se encontra em cota mais alta, ao fundo do poço de visita
lançar o esgoto afluente de uma altura mínima de 30 centímetros em relação ao fundo do poço de visita.
Numa estação de tratamento de esgotos, para a remoção de matéria orgânica biodegradável e patogênicos, pode-se adotar:
somente desinfecção.
somente tratamento anaeróbio.
desinfecção e tratamento anaeróbio respectivamente.
tratamento anaeróbio e desinfecção, respectivamente.
Cuidado deve ser tomado na manutenção dos coletores de esgotos, devendo-se tomar precauções contra a formação do grisu, uma mistura de metano e ar atmosférico que, na proporção de 6% de metano, se torna auto-inflamável.
Algumas ETEs tratam o esgoto biologicamente pelo processo de lodo ativado, que se baseia na adição de carvão ativado para adsorver os contaminantes do esgoto, formando lodo.
As lagoas de estabilização são sistemas de tratamento de esgotos simples, construídas através de escavação no terreno natural, cercado de taludes de terra ou revestido com placas de concreto, geralmente tendo a forma retangular ou quadrada. A lagoa que possui como principal finalidade a remoção de elevada quantidade de coliformes fecais contidos nos despejos de esgoto é a:
de maturação.
anaeróbia.
aeróbia.
facultativa.
associada (anaeróbia + aeróbia).

V = N.(C.T + 1000.K.Lf)
V = N.C.T + 1000.K.Lf
V = N.C.T + (K.Lf / 1000)
V = N.(C.T + K.Lf)
V = 1000 + N.(C.T + K.Lf)
As ETEs que utilizam o tratamento biológico anaeróbio com reatores UASB não precisam ter instalações para manejo de lodos, já que esse tipo de reatores não produz lodo.
Qual é o volume útil mínimo de um tanque séptico que atende a uma população de 100 habitantes, para a qual se adote uma contribuição per capita de esgotos igual a 100 L/d e de lodo fresco igual a 1 L/d, se a taxa de acumulação de lodo for 57 dias e o tempo de detenção for 12 horas?
11,70 m3
16,70 m3
23,98 m3
287,85 L
Tanto o lodo primário quanto o lodo secundário provenientes das estações de tratamento de esgotos domésticos necessitam de um tratamento adicional para mineralização da matéria orgânica presente, antes da sua disposição final. A digestão anaeróbia é uma das técnicas mais antigas de tratamento do lodo dos esgotos domésticos e ainda bastante utilizada nos dias atuais. Sobre a decomposição ou digestão anaeróbia do lodo dos esgotos domésticos assinale a única afirmativa INCORRETA.
A primeira fase no processo de degradação anaeróbia consiste na hidrólise de substâncias particuladas complexas em substâncias dissolvidas mais simples, as quais podem, dessa forma, atravessar a membrana celular das bactérias fermentativas.
A etapa final do processo de degradação anaeróbia, ou seja, em que ocorre a transformação da matéria orgânica em gás metano e gás carbônico, é efetuada pelas chamadas bactérias acetogênicas.
A velocidade das reações bioquímicas, tanto na decomposição anaeróbia quanto na aeróbia, é altamente dependente da temperatura do ambiente onde ocorre a digestão.
A velocidade das reações bioquímicas em ambientes anaeróbios é bem menor do que em ambientes aeróbios.
O gás produzido em maior proporção na decomposição anaeróbia é o metano (CH4) que, inclusive, pode ser utilizado como combustível para motores a explosão.
Uma rede coletora de esgotos é constituída por um conjunto de tubulações e por seus órgãos acessórios, tais como poços de visita, tubos de inspeção e limpeza, terminais de limpeza e caixas de passagem. O órgão acessório ou dispositivo que substitui o poço de visita no início dos coletores e que não permite visita de inspeção, mas permite a introdução de equipamento de desobstrução e limpeza, é a(o):
caixa de passagem.
terminal de limpeza.
tubo operculado.
tubo de inspeção e limpeza.
sifão invertido.
Como a ação bacteriana sobre os sulfatos contidos no esgoto pode formar sulfetos, que se tornam muito corrosivos ao concreto ao reagirem com o oxigênio do ar, as normas da ABNT exigem que as tubulações coletoras sejam dimensionadas para trabalhar a seção plena (completamente cheias), para evitar a corrosão dos tubos.
A presença em excesso de algumas bactérias filamentosas, como as do gênero Sphaerotilus, é capaz de produzir flocos no processo de lodo ativado, mas os flocos formados são muito leves e não sedimentam bem, podendo até flutuar.
Os profissionais da área de saneamento devem conhecer as formas de transmissão e as medidas de prevenção das doenças relacionadas com a falta de saneamento. Assinale a opção em que todas as doenças apresentadas são transmitidas por insetos que se relacionam com a água, utilizandoa como um meio de procriação.
Malária, Dengue, Febre Amarela e Filariose.
Malária, Ascaridíase, Dengue e Febre Tifóide.
Filariose, Febre Amarela, Giardíase e Hepatite Infecciosa.
Febre Tifóide, Dengue, Febre Amarela e Cólera.
Hepatite Infecciosa, Giardíase, Ascaridíase e Febre Amarela.
As águas pluviais dos telhados das edificações devem ser lançadas na rede coletora de esgoto sanitário.
o ramal predial tem o seu traçado e manutenção acordados coletivamente entre o condomínio e o prestador de serviço
deve ser prevista uma Caixa de Inspeção (CI) que é menor e mais barata do que um Poço de Visita (PV) normal, para efetuar a ligação predial quando a profundidade do coletor for de até 0,90m, para permitir a perfeita inspeção, limpeza e desobstrução
o recobrimento mínimo exigido para a rede coletora no sistema condominial de esgotamento sanitário é menor do que o recobrimento mínimo exigido para a rede coletora no caso de sistema convencional de esgotos
a rede coletora básica ou pública passa próxima ao quarteirão ou unidade equivalente definida como o condomínio, ao contrário do sistema convencional, que circunda todo o quarteirão
o ramal condominial, que faz a conexão entre as residências que compõem o condomínio e a rede pública, deve necessariamente passar dentro dos lotes do condomínio, no sistema condominial de esgotamento sanitário.
Os ramais de descarga de pias de copa e cozinha, e de pias de despejos de cozinha, devem ser ligados a caixas de gordura ou a tubos de queda que descarreguem em caixas de gordura.