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A identificação da origem dos solos constitui informação valiosa para o entendimento do comportamento de engenharia desses materiais. A classificação dos solos, considerando o seu processo de gênese, complementa os métodos que se baseiam apenas em suas composições físicas.
A classe denominada solo residual é comumente encontrada em ambientes tropicais, como os observados em grande parte do território brasileiro.
Considerando a definição de solo residual apresentada na norma ABNT NBR 6502:2022 – Rochas e Solos – Terminologia, é correto afirmar que:
Solos residuais são formados in situ a partir da decomposição e alteração da rocha matriz.
Solos residuais são tipicamente compostos por partículas de tamanho uniforme e granulometria pouco variável.
Solos residuais são formados por sedimentos transportados e depositados por agentes externos, como o vento e a água.
Solos residuais se formam a partir da deposição de sedimentos transportados por gravidade em áreas onde a erosão é intensa.
Solos residuais se formam em ambientes onde a velocidade de remoção por agentes externos é maior que a velocidade de decomposição da rocha.