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O processamento do caranguejo-uçá Ucides cordatus tem sido efetuado dentro dos padrões higiênico-sanitários exigidos pela legislação vigente por algumas empresas no estado do Pará. Os empreendimentos contam com selo de aprovação do Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e comercializam o seu produto em todo o território paraense. Sobre essas iniciativas, é correto afirmar que
não há exigência quanto ao tamanho mínimo de captura para os indivíduos que são processados, visto que já chegam descaracterizados aos estabelecimentos.
o processo de retirada da carne é automatizado, de forma a promover um melhor rendimento de carne.
os caranguejos chegam vivos aos estabelecimentos e são abatidos após insensibilização com um equipamento chamado Sistema de Insensibilização e Abate de Crustáceos (SIAC).
a destinação dos resíduos do processamento representa o maior fator limitante para a sustentabilidade desses empreendimentos, sendo um ponto fundamental a ser analisado em seu licenciamento ambiental.
não há perigo físico a ser controlado pelo programa de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), na etapa do fluxograma em que ocorre a separação da carne e do exoesqueleto.