Atualmente o mercado oferece produtos que
contêm um amplo conjunto de sensores e atuadores,
como automóveis, sistemas de segurança ou sistemas de telemetria. Integrar as informações desses
sensores e atuadores não é uma tarefa trivial, já que
inúmeras vezes é exigido um meio físico construído
como uma fiação enorme, sem contar o número de
conectores. Motivados pelas aplicações
intraveiculares, muitas companhias vêm investindo
no projeto de controladores que pudessem gerenciar
o tráfego de informações com interfaces através de
um meio físico reduzido, porém capaz de
possibilitar a multiplexação dessas informações.
Visando uniformizar os projetos de redes
intraveiculares a SAE (Society of Automotive
Engineers) definiu três categorias (Classe A, B e C)
de redes baseadas nas aplicações. Marque a
alternativa que descreve a categoria Classe A
(LUGLI e SANTOS, 2009):
A
engloba aplicações que requerem baixa velocidade
de comunicação (até 10 Kb/s), como entretenimento,
áudio etc. Geralmente é implementada como uma
UART (Universal Asynchronous Receiver/Transmitter)
genérica, como a conhecida RS-232.
B
abrange aplicações de média exigência de velocidade
(10Kb/s a 125Kb/s), como transmissões broadcast e
monitoramento do ambiente. Um exemplo desse
protoloco é o SAE J1850.
C
designa aplicações que exigem grande velocidade de
comunicação (acima de 125 Kb/s), como controle de
servomecanismo em tempo real.