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O volume de uma tora pode ser calculado pelo método francon (Vf) ou do 4.º reduzido, por meio da fórmula .
Um estudo dendrométrico de espécies nativas em plantios homogêneos no estado de Roraima foi desenvolvido a partir da medição de 87 árvores, sendo 19 de Carapa guianensis (andiroba), 21 de Bertholletia excelsa (castanha-do-brasil), 22 de Tabebuia avellanedae (ipê-roxo) e 25 de Hymenaea courbaril (jatobá). As árvores estavam plantadas em parcelas de 180 m 2 , em espaçamento de 2,5 m × 2 m, totalizando 30 plantas por parcela. Em cada parcela, foram medidos o diâmetro à altura do peito (DAP), a 1,30 m do solo, e a altura total (h). O volume comercial foi obtido pela cubagem rigorosa de todas as árvores em pé, com auxílio de escadas, até o diâmetro limite de 7 cm com casca. Para o cálculo do volume, utilizou-se a metodologia de Smalian, sendo avaliados os diâmetros com casca nas posições de 0,1 m, 0,7 m, 1,30 m e, a partir desse ponto, de metro em metro até o diâmetro-limite. O fator de forma comercial foi obtido pela razão entre o volume comercial e o volume do cilindro com DAP e altura iguais aos da árvore. Os parâmetros dendrométricos médios para as espécies estudadas, aos 7 anos de idade, mostrados na tabela abaixo, são os seguintes: N = número de árvores/ha; DAP = diâmetro a 1,3 m do solo; h = altura total; h100 = altura dominante; f = fator de forma comercial; G = área basal/ha; V = volume comercial/ha; IMAd = incremento médio anual em diâmetro; IMAh = incremento médio anual em altura; e IMAV = incremento médio anual em volume.
Com base nessas informações, assinale a opção correta.
Sabendo que = 3,14 e C =
D e considerando que a tora mostrada na figura apresente 6 m de comprimento, 157 cm de circunferência na base, 141 cm de circunferência no topo, o volume de tora obtido pelo método de Smalian é superior a 1,5 m3
No estudo da estrutura das florestas, parâmetros dendrométricos são analisados, entre os quais a dominância das espécies, que é definida como sendo a medida da projeção total do corpo da planta no solo. A dominância das espécies é determinada por meio do cálculo da área basal, ou seja, da soma das áreas transversais das plantas de uma determinada espécie. A área transversal da árvore é determinada pela fórmula:




Nas medições das árvores, o cálculo do volume normalmente é baseado no diâmetro e na altura expresso em metros cúbicos. Fórmula V=B.h.f; sendo; V=volume, B=área transversal no DAP, h=altura da árvore e f fator de forma para a espécie do povoamento. O fator de forma mais usado para eucalipto e para pinus são respectivamente:
0,6 e 0,55.
1,6 e 1,55.
2,6 e 2,55.
1,2 e 1,15.
Pode-se obter a área basal por unidade de área de uma floresta com base no seguinte princípio do método de Bitterlich ou amostragem angular: o número de árvores contadas em um giro de 360º cujos diâmetros à altura do peito (DAP) observados a partir de um ponto fixo (centro da parcela) sejam superiores a um dado ângulo constante de projeção é proporcional à área basal por unidade de área.
No caso de indústrias de celulose e aglomerados, a pesagem da madeira é feita no próprio caminhão, na entrada da indústria, sendo um procedimento rápido e de fácil execução. O volume real é obtido a partir de densidades médias geradas por amostragem.
O diâmetro médio aritmético, que corresponde ao diâmetro da árvore de área seccional média de um povoamento florestal, constitui-se na mais importante média de diâmetros, pois a árvore de área seccional média é aquela que mais se aproxima da árvore de volume médio do povoamento.
A altura dominante (Hdom), que corresponde à média das 100 árvores mais altas por hectare, em um povoamento florestal, tem sido largamente usada na identificação da capacidade produtiva de um sítio, pois, além das árvores Hdom serem pouco afetadas por tratamentos silviculturais, áreas de alta capacidade produtiva são também áreas onde o crescimento em altura é elevado.

O volume real de madeira mais provável que o caminhão está transportando é de 37,8 m3.
Equações volumétricas são funções matemáticas que expressam a relação entre o volume total ou comercial de uma árvore e as variáveis independentes, como diâmetro, altura, fator de forma etc. Os critérios utilizados na seleção de equações de volume geradas a partir de dados de cubagem rigoros incluem coeficiente de determinação (R2), erro padrão da estimativa (Syx) e gráfico de resíduos. Quanto maior o R2, maior o Syx e mais homogênea for a distribuição residual, mais adequada será a equação.
Considerando que, pelo método geométrico, uma tora apresente um volume de 0,6 m3, pelo método Frankon esse volume deverá ser maior que 0,7 m3.
Uma equação de volume específica deverá ser desenvolvida para a vegetação amostrada, sendo necessária a cubagem rigorosa de um número representativo de árvores da floresta considerada.