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O crescimento das espécies intolerantes a sombra é rápido; elas possuem ramagem abundante e se apresentam como boa fonte de alimentação para os herbívoros.
As mudas/plântulas das espécies tolerantes à sombra sobrevivem sob dossel, formando um banco de mudas.
As espécies tolerantes a sombra geralmente propagam-se exclusivamente por meio de estruturas vegetativas. As raras espécies que se propagam por meio de sementes botânicas apresentam maior grau de dormência nas sementes do que as espécies intolerantes a sombra.
As espécies intolerantes a sombra apresentam uma longevidade freqüentemente longa, com uma amplitude ecológica estreita.
A vegetação do cerrado, em sua maior parte, caracteriza-se por savanas estacionais, com presença de matas de galeria perenes ao longo dos rios.
O pequi (Caryocar brasiliense) — cuja polpa do fruto é comestível e cujo óleo pode ser utilizado para fins medicinais — é uma espécie típica dos cerrados brasileiros.
As espécies embaúba (Cecropia sp.), macaúba (Acrocomia aculeata) e tamanqueira (Aegiplila sellowiana), consideradas secundárias no processo sucessório da vegetação, apresentam crescimento médio, recobrem a área lentamente e têm tempo de vida relativamente longo, em torno de 20 anos.
O conhecimento da estrutura vertical permite a determinação da densidade, dominância, freqüência e importância das espécies na floresta.
A Floresta Amazônica é um ecossistema aberto onde são promovidas intensas trocas de nutrientes entre o sistema terrestre e o aquático. A maior parte dos nutrientes é conservada na própria água, fato que, em parte, responde pela grande diversidade biológica na região.
Na caatinga arbórea, ocorre vegetação com desenvolvimento vigoroso, com predomínio de árvores de 8 m a 10 m de altura, cactáceas e ervas, colonizando os solos mais profundos na região.
As espécies tolerantes à sombra geralmente possuem sementes pequenas, produzidas em grandes quantidades e de forma mais ou menos contínua.
A regeneração florestal é a reposição de uma floresta por meio do uso de sementes ou por processos vegetativos. Essa reposição constitui a força vital que permite a perpetuação das espécies e das florestas.
A zona sul do estado, em especial os municípios de Redenção e Rio Maria, uma velha fronteira madeireira, cuja cobertura florestal original era formada por florestas densas, ainda hoje é responsável pela produção de aproximadamente 65% da madeira em tora do estado.
As espécies mogno (Swietenia macrophylla), gomeira (Vochysia thyrsoidea) e castanheira (Bertholletia excelsa) ocorrem em abundância, de forma natural, no bioma caatinga.
A análise da estrutura vertical tem, entre outras, a finalidade de indicação do estágio sucessional das espécies dentro da floresta.
As espécies ipê (Tabebuia serratifolia), cedro (Cedrela odorata) e jatobá (Hymenaea courbaril), pertencentes ao grupo das climáceas, são tolerantes a sombra e apresentam crescimento lento.
De modo geral, é possível distinguir dois estratos na vegetação dos cerrados, ambos heliófilos: o estrato lenhoso, constituído por árvores e arbustos, e o estrato herbáceo, formado por ervas e subarbustos.
O desmatamento da área pode ser corretamente realizado por meio do arraste de um correntão metálico atado a dois tratores, de esteira ou de pneus, conforme a densidade e o porte das árvores presentes na área e a quantidade de árvores que se pretende preservar.
As grandes extensões de terras e pastagens degradadas, observadas em parte da paisagem da região de cerrado, ocorrem com mais freqüência nas áreas mais frágeis desse ecossistema — sendo as áreas mais resistentes mais conservadas nesse sentido mais adequadas ao desenvolvimento de culturas.
Enquanto não forem conhecidas as características estruturais de uma floresta, não se pode assegurar o seu aproveitamento ordenado.