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O eucalipto foi introduzido no Brasil por Navarro de Andrade, no ano de 1904, com o propósito inicial de produção de dormentes, postes e lenha para as locomotivas das estradas de ferro paulistas. A partir daí, devido às suas características físicas, químicas e biológicas e à versatilidade de uso da madeira, a espécie se tornou foco de altos investimentos de pesquisa e levou o Brasil a deter a maior tecnologia em eucalipto, além de propiciar disseminação da cultura e desmitificação da espécie em relação à exaustão do solo. O eucalipto mostra-se como uma excelente alternativa de composição de renda para pequenos produtores e seu plantio e seu trato cultural são bem simples, obedecendo às seguintes etapas:
preparo do viveiro; preparo do substrato; preparo dos recipientes; teste de germinação; semeio; repicagem; raleio; adubação de cobertura; reencanteiramento; dança das mudas; e endurecimento das mudas.
corte; toragem; desgalhamento; extração; carregamento; transporte principal; descarregamento; e descascamento.
caracterização dos métodos de colheita; espaçamento e padrão de estrada; considerações silviculturais; topografia; clima; segurança; considerações ambientais; solo e água; estética da colheita de madeira; população e mão de obra; e estimativa dos custos de colheita.
escolha da árvore matriz; marcação das matrizes; verificação da época de colheita; colheita direto no chão; colheita direto na árvore; extração da semente; limpeza; secagem; e armazenamento.
capina (pré e pós-plantio); preparo do solo; fertilização do solo (calagem, adubação e adubação de cobertura); combate a formigas e cupins; plantio; irrigação; replantio; desrama (natural e artificial); e desbaste (sistemático ou seletivo).