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A velocidade de escoamento em um trocador de calor deve considerar
o acúmulo de sedimentos no interior do trocador, o desgaste interno dos tubos e a eficiência da troca de calor.
o desgaste interno dos tubos e a eficiência da troca de calor.
o acúmulo de sedimentos no interior do trocador e o desgaste interno dos tubos.
a eficiência da troca de calor e o acúmulo de sedimentos no interior
Em escoamentos forçados de líquidos em dutos de seção circular, como mostrado pela figura 1, o raio e o diâmetro hidráulico são, respectivamente,
e D, sendo D, o diâmetro interno do duto.

Já, em escoamentos livres, como, por exemplo, o mostrado pela figura 2, onde a área molhada ocupa exatamente a metade da seção, o raio e o diâmetro hidráulico são, respectivamente,
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D e 4D.
A respeito da perda de carga que ocorre no escoamento de fluidos em tubulações, tem-se que
o fator de atrito é independente do Número de Reynolds no escoamento laminar.
o fator de atrito diminui se o Número de Reynolds e/ou a rugosidade relativa da tubulação diminuem.
a rugosidade relativa para tubos de materiais comuns da engenharia diminui se o diâmetro do tubo aumenta.
a perda de carga aumenta se o diâmetro e o comprimento da tubulação aumentam.
as perdas distribuídas são as perdas de carga causadas por válvulas e acessórios, em longos trechos de tubulação de área de seção reta constante.
O fenômeno denominado cavitação ocorre, normalmente, na tubulação de saída de bombas, sendo geralmente acompanhada de ruídos e vibrações, podendo provocar danos por erosão nos tubos de saída.
A fim de evitar automaticamente a extravasão do reservatório, deve ser instalada uma válvula controladora de pressão a montante.
Com intuito de se medir a pressão estática de um escoamento desenvolvido em um tubo, prepara-se um furo na parede do tubo, onde se insere um equipamento apropriado para aquisição da pressão do escoamento. É bem verdade que esse furo deve ser feito cuidadosamente para não haver rebarbas e deve ser perpendicular ao plano da parede do tubo, em virtude de a linha de corrente do escoamento ser reta e paralela ao eixo do tubo.
Diante do exposto, pretende-se medir a pressão de estagnação do escoamento desenvolvido em um tudo já preparado para tomada de pressão, utilizando um tubo de Pitot. O tubo de Pitot tem formato de U, com um metal líquido em seu interior, geralmente de mercúrio. Uma das extremidades fica localizada na posição da tomada de pressão junto à parede e a outra extremidade fica apontando para uma região no interior do tubo, à montante, porém na mesma seção transversal do tubo. A diferença das pressões medidas é marcada pelo metal líquido do tubo de Pitot. Em um teste para avaliar o equipamento, em um escoamento permanente a ar, constatou-se que a diferença das pressões medidas pelo tubo de Pitot foi de 25mm de mercúrio. Determine o quadrado da velocidade do escoamento desenvolvido.
Considere a massa específica do ar 1,25kg/m3, a densidade relativa do mercúrio 13,6 e a aceleração da gravidade 10m/s2.
A velocidade de um escoamento permanente de um fluido incompressível, através de uma tubulação, diminui quando a tubulação passa por uma redução de seção transversal, em virtude das perdas de cargas oriundas dessa redução.
A distribuição de velocidade U de um fluido Newtoniano em escoamento laminar, num canal formado por duas placas paralelas e largas, de altura h, é dada por

Se Umáx for 0,5 m/s, h for 0,5 mm e a viscosidade dinâmica do fluido for 2 x 10−3 Ns/m² , a tensão de cisalhamento (N/m²) na parede inferior do canal apresentará o seguinte valor e sentido:
8, para a esquerda.
8, para a direita.
4, para a esquerda.
4, para a direita.
0 (a tensão de cisalhamento é nula na parede inferior).