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No século XVII, a partir do estabelecimento das formas “femininas” e “masculinas”, as roupas passaram a se modificar em períodos de tempos, cada vez mais curtos. Antes, passavam-se séculos e não se alteravam em nada, agora os saltos na mudança do vestuário eram para manter o status da nobreza, pois seus trajes iam sendo copiados por burgueses e pequenos burgueses num efeito cascata.
Neste contexto, em relação a confecção dos vestuarios, qual era o papel da costureira?
As costureiras possuíam status modestos, para elas, era possível apenas fazer ajustes para os alfaiates e camiseiros.
As costureiras passam a se chamar modistas e confeccionam peças de vestuário encomendadas por clientes.
As costureiras ganharam o direito de competirem com os alfaiates. A partir de então algumas se tornaram famosas.
As costureiras podiam atender a nobreza, como Rose Bertin que executou os desejos da rainha Maria Antonieta.
As costureiras só podiam vestir as mulheres e as crianças da nobreza, comercializando os tecidos e aviamentos.