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O tratamento farmacológico da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) constitui um dos principais pilares para o manejo da doença, associado ao incentivo à atividade física, cessação do tabagismo, reabilitação pulmonar e vacinação para prevenção de infecções virais e pneumonia.
Considerando‐se essas informações, é correto afirmar:
A escolha do tratamento mais apropriado não leva em consideração a intensidade dos sintomas, uma vez que o uso de fenoterol e de salbutamol é eficaz e interrope a evolução do curso da doença.
A combinação de um β2‐agonista de longa duração (LABA) e um anticolinérgico de longa duração (LAMA) é benéfica no tratamento da DPOC.
Os LAMA, também chamados de agentes muscarínicos, incluem o tiotrópio, anlodipino e losartano e o brometo de glicopirrôneo.
Os LABA disponíveis atualmente são o salmeterol, o flumazenil, a fisostigmina, a ceftazidina e o vilanterol.
Os sintomas da DPOC incluem tosse crônica sem produção de secreção, apenas pela manhã, e dispneia com piora do quadro obstrutivo; ocorre apenas eventualmente durante o repouso.