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“O diagnóstico da doença de Chagas suspeita-se pela epidemiologia e/ou pela clínica e confirma-se pela presença de anticorpos anti-Trypanosoma cruzi, ou seja, pela sorologia realizada no Laboratório clínico. O médico experiente, diante de um paciente procedente de região endêmica para tripanossomiase americana e que apresenta cardiopatia e/ou megaesôfagomegacólon, apenas confirma a etiologia chagásica solicitando os exames sorológicos. Em outras circunstâncias, o médico recebe um indivíduo que não expõe queixas específicas, porém exibe o resultado de exame sorológico positivo exigido para admissão em emprego ou por ocasião de doação de sangue. Os exames laboratoriais indicados para o diagnóstico de doença de Chagas vão depender da fase da doença em que o paciente se encontra: fase aguda ou crônica. ”
Disponível em:
http://books.scielo.org/id/nf9bn/pdf/dias-9788575412435-07.pdf .
Sobre o diagnóstico laboratorial da doença de Chagas marque a alternativa CORRETA:
O critério parasitológico é definido pela presença de parasitos circulantes demonstráveis no exame direto do sangue periférico, que pode ser feito pelas seguintes técnicas: exame a fresco; creme leucocitário, Strout e microhematócrito; lâmina corada de gota espessa ou esfregaço sanguíneo.
O critério sorológico é baseado na presença de anticorpos anti-T. cruzi da classe IgG detectados em uma amostra de sangue coletada preferencialmente após 60 dias do início dos sintomas.
Os diagnósticos na fase crônica da doença são considerados critérios parasitológicos e sorológicos.
O diagnóstico laboratorial na fase aguda é essencialmente sorológico e deve ser realizado utilizando-se um teste de elevada sensibilidade em conjunto com outro de alta especificidade.