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Segundo a terceira edição do Manual Técnico para o Diagnóstico da Infecção pelo HIV do Ministério da Saúde do Brasil (2016), os testes para detecção da infecção pelo HIV são empregados principalmente para a triagem sorológica do sangue doado e garantia da segurança transfusional, hemoderivados e órgãos para transplante; para os estudos de vigilância epidemiológica; e para realizar o diagnóstico da infecção pelo HIV.
Com relação aos imunoensaios desenvolvidos para detecção da infecção pelo HIV, assinale a alternativa correta.
Os imunoensaios de terceira geração detectam na amostra analisada tanto a presença de antígeno do HIV (antígeno p24), como também a presença de anticorpos específicos anti-HIV.
Os imunoensaios de segunda geração normalmente têm o formato “sanduíche” (ou imunométrico), permitindo a detecção simultânea da presença de anticorpos anti-HIV do tipo IgM e IgG na amostra analisada.
Os testes rápidos são imunoensaios realizados com um dispositivo de teste de uso único, que não depende de infraestrutura laboratorial e que produz resultado em tempo superior a 2 horas.
Os imunoensaios de primeira geração têm o formato indireto, ou seja, a presença de antígeno do HIV (antígeno p24) na amostra analisada é detectada por um conjugado constituído por um anticorpo anti-IgM humana.
Os imunoensaios que realizam a detecção de anticorpos anti-HIV na amostra analisada não são recomendados para o diagnóstico da infecção pelo HIV em crianças menores de 18 meses de idade.