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A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais no Brasil é considerada a base para a organização das listas estaduais e municipais e leva em conta às doenças prevalentes, as condições dos serviços de saúde, a capacitação dos profissionais e a qualidade e disponibilidade dos medicamentos registrados no País (OMS,1998). Sobre a RENAME brasileira é incorreto afirmar:
Escolhem-se, preferencialmente, medicamentos produzidos por múltiplos fabricantes.
Preferem-se monofármacos, aceitando as associações em doses fixas somente quando aumentam a eficácia, retardam a resistência microbiana ou melhoram a adesão do paciente a tratamento.
Só se incluem na lista medicamentos com suficiente tempo de uso, necessário à detecção de efeitos adversos e potenciais riscos somente observáveis na fase de pós-comercialização.
Na Rename, os medicamentos listados possuem registros na ANVISA e apresentam menor custo nas etapas de armazenamento, distribuição, controle e tratamento. Além disso, todas as fórmulas apresentam valor terapêutico comprovado, com base em evidências clínicas.