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O tratamento de infecções fúngicas permanece um desafio para as equipes de saúde em todos os níveis de atenção. O comportamento oportunista, infectando pacientes imunossuprimidos e que, por vezes, utilizam vários outros medicamentos, torna importante a busca constante por antifúngicos com maior eficácia, menos efeitos colaterais e menor potencial de interações medicamentosas. Em relação aos antifúngicos é possível afirmar que:
A anfotericina B foi utilizada durante muito tempo devido a sua alta biodisponibilidade quando administrada por via oral.
O voriconazol pode causar hepatite, sendo o risco de desenvolvimento dessa doença diretamente relacionado com o aumento dos níveis séricos do fármaco.
As equinocandinas, como a micafungina, atuam nas membranas celulares fúngicas, o que pode levar a resistência cruzada entre equinocandinas e antifúngicos convencionais.
A principal desvantagem da caspofungina é apresentar toxicidade para os tecidos dos mamíferos, pois nas células dos mamíferos existem as enzimas envolvidas na síntese de glicano.