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Para Aristóteles, felicidade e ética

Para Aristóteles, felicidade e ética


A

convergem a partir de uma perspectiva em que a felicidade deriva de um comportamento pautado no meio-termo.


B

convergem, ainda que a ética esteja relacionada a uma forma racional (proceder) e a felicidade esteja para além do modo racional (existir).


C

divergem, uma vez que, para ser feliz, o homem precisa de bens tanto materiais quanto espirituais na maior quantidade possível.


D

convergem, pois o homem virtuoso é aquele que usa adequadamente sua força para desenvolver ao máximo sua vontade de potência.


E

divergem, visto que a felicidade é como hybris, ao passo que a ética deve decorrer de uma postura passiva frente ao mundo.