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Sobre a anatomia clínica relacionada às costelas, podemos afirmar que:
a 1ª costela, curta e larga, póstero-inferior à clavícula, frequentemente é fraturada devido à sua posição.
múltiplas fraturas de costelas podem permitir que um segmento considerável da parede torácica anterior e/ou lateral se movimente livremente.
a parte mais frágil de uma costela situa-se imediatamente posterior ao seu tubérculo.
devido à grande elasticidade das costelas e cartilagens costais no idoso, a compressão torácica pode causar lesão no interior do tórax mesmo na ausência de uma fratura costal.