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É fundamental reforçar políticas públicas que incluam o profissional capacitado a promover saúde a uma importante parcela da população, que merece respeito às suas necessidades. O cuidado com a população idosa tem se tornado assunto de grande interesse para todos os profissionais de saúde e sociedade em geral. A inserção do profissional fisioterapeuta nos programas de saúde pública em nível de Atenção Básica é de extrema importância, e apresenta inúmeras contribuições para a população idosa. O fisioterapeuta é considerado um profissional generalista, sendo capaz de atuar em todos os níveis de atenção à saúde, não somente nas ações curativas e reabilitadoras, mas também em programas de prevenção, promoção da saúde e proteção específica. Na maioria dos programas existentes de apoio ao idoso é comum a realização de atividades em grupo; sobre elas, assinale a alternativa INCORRETA.
Existe uma relação direta entre deficit na realização de atividades de dupla-tarefa com índice de quedas em idosos; torna-se fundamental acrescentar exercícios que promovam ou mantenham equilíbrio.
É correto e seguro para os idosos e também para o profissional realizar uma avaliação prévia com cada idoso do grupo, mas o tempo nos projetos pode inviabilizar uma avaliação individual minuciosa. Nesse caso, pelo menos a SPPB é obrigatória.
Entre as habilidades perdidas pelos idosos, a concentração, a coordenação e a execução de tarefas podem ser treinadas nos grupos por meio de atividades de dupla-tarefa e deve ser mensuradas pelo Índice de Katz específico para avaliar atividades instrumentais de vida diária.
A variação de atividades propostas em um grupo de idosos é fundamental, pois, com o processo de envelhecimento, podem surgir inúmeras alterações funcionais; dentre elas se destaca o deficit de equilíbrio, que está ligado ao inadequado funcionamento do conjunto dos sistemas vestibular, visual, somatossensorial e músculo/esquelético.
O mau desempenho de equilíbrio gera prejuízos funcionais para o idoso, causando quedas e maiores níveis de morbidade e mortalidade nessa população. Os ferimentos oriundos de quedas em idosos são complicações mundiais e estima-se que 28% a 35% das pessoas com sessenta e cinco anos ou mais já tenham sofrido ao menos uma queda no decorrer de um ano.