A avaliação fisioterapêutica pré-operatória estabelece o
vínculo inicial com o paciente e investiga condições prévias
que podem interferir na reabilitação.
As técnicas que envolvem a amplitude de movimento dos
segmentos corporais são contraindicadas imediatamente após
procedimentos cirúrgicos nos tendões, nos músculos e na pele.
A P0.1, uma medida não invasiva e não volitiva, é usada como índice do drive ventilatório. Sua avaliação é mais precisa quando feita
a partir da capacidade residual funcional em virtude da melhor relação comprimento/tensão dos músculos respiratórios encontrados
nesse ponto.
O tratamento fisioterapêutico em pacientes totalmente
dependentes deve ter como objetivos manter a amplitude de
movimento, favorecer a respiração, propiciar a higienização e
evitar complicações como úlceras por pressão, edema e dor.
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