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O padrão básico de emissão de um indivíduo define o chamado tipo de voz e está relacionado com a seleção de ajustes motores empregados, tanto em níveis de pregas vocais e laringe, quanto em nível de sistema de ressonância, o que diz respeito principalmente à dimensão biológica da voz. Porém, além dos dados relativos às escolhas anatômicas e mecânicas, o tipo de voz carrega elementos das outras duas dimensões, psicológica e socioeducacional. Na clínica diária, a classificação impressionística é ainda predominante, sendo que alguns tipos de voz aparecem com maior frequência. Considerando os principais correlatos auditivos e fisiopatológicos de diferentes aspectos vocais das disfonias. Segundo Behlau (1999), assinale a alternativa em que a relação entre impressão auditiva e a fisiopatologia está incorreta.
Rouquidão - Irregularidade de vibração das pregas vocais.
Aspereza - Tensão e redução de massa vibrante.
Soprosidade - Aproximação das pregas vocais (em lambda, com fenda triangular ou paralela, com ou sem deslocamento das pregas vestibulares).
Bitonalidade - Diferença de massa, tamanho, posição ou tensão entre as pregas vocais.